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60% dos presos no ato são postos em liberdade, depois de uma audiência, na guarda e em Cidades – R7 Gazeta Digital

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Audiência realizada em Lakeland libera cerca de 60 por cento dos prisioneiros, em nova york. O balanço do Tribunal de Justiça do estado de Mato Grosso (TJMT), aponta que, desde a sua implantação em julho de 2015, que foi realizada na Capital do 13.242 público de mais de 7,6 mil pessoas e colocado em estado selvagem.

De acordo com os dados, no Fórum de estado têm, em média, de 10 de audiências em uma base diária. Este montante está dentro do padrão, variando de 9 a 12, de acordo com o coordenador de casos em Cuiabá e o proprietário da 11ª vara Especializada da Justiça Militar e na Guarda, Marcos Faleiros da Silva.

Como o balanço patrimonial, com 42% daqueles realizado teve a prisão convertida em preventiva, que é, permaneceu na prisão. O resto foi solto. O percentual é o mesmo mostrado no balanço patrimonial do exercício anterior. Ele ressalta que este é um número que está previsto na Constituição, e mostra que a prisão, no estado de Mato Grosso, é uma exceção. “Cerca de 60 por cento das pessoas presas foram colocados em liberdade, aliviando o Estado, e, da mesma forma, não é encorajador que a cadeia do crime e o encontro de pessoas, você não precisa estar lá, e eles acabam sendo recrutados pelas facções em conflito”, diz o juiz.

Também – um Casal acusado de matar a filha-de-lei foi uma prisão no ato, convertido em preventiva

O principal crime foi o roubo, contabilidade para 2.465 casos, seguido por delitos ligados à droga, o que totalizou 2.354, com os registros e roubo, com 2.291 realizadas. Em 4 anos, a recorrência foi de 15%. Mais uma vez, ele tem uma visão muito positiva dos números. É um reflexo das pessoas que foram lançados, alguns voltaram a cometer crimes e sendo preso. Não é todo mundo está voltada para o crime”, observou o juiz.

No caso de violência doméstica, com um 2.196 pego no ato, o índice é de 9,27%. O tribunal observa que não há um estudo que criminológico sobre os dados. “Mas nós acreditamos que a prisão não é necessário em todos os casos de violência doméstica, porque há trade-offs que satisfazer para evitar que tais crimes”.

Como o balanço patrimonial, do TJMT, durante as audiências, para a guarda, mais de 1,7 mil milhões de casos de tortura ou de outros maus-tratos foram registrados. Estes relatórios são encaminhados para as corregedorias de Polícia, Militar, Judicial, Civil, além do Ministério Público, para que o Estado, de modo que eles estão em todos os momentos.

Marcos Faleiros, indica que o número está dentro da faixa normal, e que a comunicação aos órgãos corregedores é previsto nas resoluções da Justiça”, que É uma notificação não é para dizer que houve tortura. Em muitos casos, ele pode não ter acontecido”.

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