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A Base e a oposição rosto na platéia ao Vivo, em vídeo – Notícias – R7 Brasil

A confusão durante a audiência na CCJ, com Sergio Moro, GABRIELA BILó/ESTADÃO CONTEÚDO

Durante a audição do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio vieira de mello, eu Vivo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que acabou por ser o palco para os ataques e a oposição, e com base governistas.

As primeiras perguntas focado nas Férias, o clima da sessão, aqueciam-se enfrentando o presidente do colégio, Ele Francischini (PSL-PR) para classificar a sessão como uma lição na “Escola do Professor de Thomas”.

As discussões provocaram ao Vivo, e que ele demonstrou em mais de uma ocasião, nos gestos e os rostos de sua insatisfação. O deputado Rogério Correia (PT-mg) chegou a chamar o ministério público Deltan Dallagnol de um “empurrão”, o que levou à reação do líder do PSL, Delegado Waldir (PSL-GO).

Ele é vice-presidente da CCJ, membro do parlamento, Beatriz Kicis (PSL-DF-brasil), tem usado os escândalos de corrupção do governo, os petistas para atacar a oposição.

“A pior parte é a mentira, o roubo, ele vai vir para cima com uma mentira para tentar apoiar-se. E ele vem com mais coisas, um monte de cara de pau, e das pessoas que obter o custo total de abusar de Vossa Excelência, inventando mentira, tentando estragar algo que você não está indo para ser capaz de, com a intenção, é claro, foi para defender o chefe de uma quadrilha”, disse um membro do parlamento.

O líder do PT, deputado Paulo Pimenta (BRASIL), levado a Viver, e pedir-lhe para entregar os seus segredos, “como eles não têm nada a esconder”, e ele criticou alguns discursos, irônico para o primeiro-ministro. “Você não tem direito de ser irônico,” ele disse de estar envolvido em pro-ao Vivo: “O direito de expressão, não para de me ofender”.

Em um momento de confusão, os deputados governistas a equipa, liderada por Eduardo bolsonaro (PSL-SP, brasil), o filho do presidente, Jair, bolsonaro, e levantou as folhas impressas com as palavras “solução” e “a montanha”.

Os termos refere-se ao suposto apelido de Maria do Rosário (PT-RS), e a Pimenta em um sistema de pagamentos ilegais para a contratante, para o Projeto.

Em um momento de relaxamento, depois de uma briga entre a oposição e a situação, Francischini também imitou o gesto, que o personagem de Chico Anysio, feita com o polegar e o dedo indicador para a final do programa da “Escola”, “E o salário, ó!”, ele disse.

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