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A fila para a Bolsa de estudos, a Família vai de zero a 490 mil no 1º ano do reinado de bolsonaro | VER

No primeiro ano do governo do presidente, Jair, bolsonaro, a fila de espera para ter acesso aos fundos mensal do abono de Família foi de cerca de 494 mil pessoas em situação de pobreza ou extrema pobreza e que tenham um rendimento mensal de 89 vida real 178 dólares por pessoa.

O número, que é obtido exclusivamente através do site da web para VER o que ele via Lei de Acesso à Informação, o que representa a maior alta para as famílias a serem incluídos no programa de distribuição de renda desde o ano de 2015, quando mais de 1,2 milhões de ter sido fora. A fila tinha sido cancelado em 2018, ano em que terminou com a toda a população elegível para receber os benefícios de servir (ver gráfico abaixo). Fila-Bolsa-Família – Fonte: Ministério da Cidadania do Ministério de Cidadania e Reprodução

A fila começa a se formar quando as famílias registradas no cadastro Único são classificados em situação de pobreza e extrema pobreza são mais de 45 dias sem um pedido para inserção no programa de responder.

O aumento da fila é um resultado da política de torneiras fechadas, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, com respeito ao Subsídio de Família. De acordo com AQUI, a pasta praticamente chegou a um impasse com a chegada de novos beneficiários, com início em junho do ano passado, quando o número de novas famílias aceites sobre a folha de pagamento caiu de 250.000 2.500, e se manteve até dezembro essa taxa.Publicidade

Tendo dito que, em 2019 fechado, com apenas 1,1 milhão de inscritos, o valor é de 65% inferior ao registrado no decorrer do ano de 2018. Esse número também foi o pior desempenho desde o ano de 2014 (veja o gráfico abaixo).

Isso foi visto como uma manobra do governo para cumprir a promessa de campanha, bolsonaro: para pagar o 13º salário para o bolsa Família. Com o limite do orçamento, e não há espaço para a inclusão do custo adicional de 2,4 bilhões de reais para pagar o benefício de natal em quase 13 milhões de pessoas, e o ministro Osmar Terra tinha de conciliar as contas, além de ter reduzido consideravelmente a entrada de novas famílias durante o primeiro semestre do ano passado. Além disso, o departamento não tem atualizado de todas as transferências, de acordo com a taxa de inflação, o que ajudou a pagar o 13º salário.

Até 2020, o cenário continua a ser motivo de preocupação para o programa. O orçamento é de 4 bilhões de dólares menor do que em 2019, o qual é transferido 33,6 bilhões de dólares para os candidatos, ou 0,45 por cento do PIB. Por lei, o número de beneficiários do Bolsa-família está condicionado ao orçamento definido para o programa no início do ano. Isto é, a menos que o dinheiro está na caixa, a menos que os beneficiários.Publicidade

Em um comunicado, o governo alegou que a travagem brusca na concessão de novos benefícios, é o resultado de uma série de estudos de caso que foram feitas para “melhorar a gestão do programa”. De acordo com o ministério, é “usado” em relação à finalidade de complementar a renda dos mais pobres dos pobres. Uma das reformas em discussão para ser implementada no curto prazo, é uma condição para o pagamento do imposto para o pai do benefício de crianças a partir dos 16 anos de idade em programas de inserção no mercado de trabalho, como os jovens no processo de aprendizagem. Atualmente, a única exigência é para integrar o programa, a frequência escolar das crianças. O Saco De FamíliaGoverno Bolsonaro

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