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A hipotermia também pode ser responsável pela morte das pessoas que vivem nas ruas. Certifique-se de que você compreender como isso acontece! – Cidades – R7 Folha Vitória

Foto: Divulgação Folha-Vitória, Folha Vitória

Com a chegada do inverno e as baixas temperaturas, a preocupação com a saúde aumenta. O frio pode ser um grande vilão para o bem-estar, causando ou agravando a doença, especialmente aqueles que estão relacionados com o sistema respiratório. No último final de semana, não há razão para suspeitar de que o frio tem sido responsável pela morte das pessoas que vivem nas ruas de São Paulo. A causa? Um possível fórum.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), na madrugada de sábado (6), foi gravado, em São Paulo, na temperatura mais baixa do ano, e de 7,4 ° c). depois de Analisar os dados em uma base regional, a região de montanhas do Espírito Santo, a temperatura chegou a 8ºC. No Brasil, estima-se, para o conjunto do ano, as temperaturas são amenas. Por esta razão, é importante estar atento para os cuidados necessários para com a saúde.

Infelizmente, no caso das pessoas que vivem nas ruas, e a falta de proteção contra frio, tem sido responsável pelas mortes, levando a hipotermia, que é a drástica queda da temperatura do corpo.

As fases da hipotermia
A primeira fase ocorre quando a temperatura central do corpo cai de 1 a 2 graus. Uma pessoa é tremendo, a respiração se torna mais rápida e as suas mãos dormentes, impedindo-o de fazer tarefas do dia a dia.

Na segunda etapa, a temperatura do corpo, reduz de 2 a 4 graus celsius. Os arrepios são mais intensos, os movimentos são mais lentos e as extremidades do corpo são de um tom azulado. Apesar de ser uma pessoa consciente, a pessoa fica confusa.

Na terceira fase, os tremores pararam e agora há sinais do problema. O pulsar do coração e a respiração desacelerou, o que dificulta a atividade das células do indivíduo, e que acaba causando a morte de pacientes da clínica. Foto: Divulgação Folha-Vitória, Folha Vitória

Como tratar a hipotermia?

Se você perceber que alguém está com o fórum, por favor siga os passos abaixo:

– Chame uma ambulância imediatamente.

Enquanto aguarda o resgate especialista para remover a pessoa do local de sorvete e ter uma bebida quente, o que não é muito quente, de modo que não há choque térmico);

Deixar o braço e a perna do paciente, ele pode ser malas e cobertores térmicos);

– Se a pessoa que você está com a roupa molhada, removê-los o mais cedo possível, pois eles absorvem o calor do corpo, impedindo-a de manter a temperatura correta.

Em caso de morte em São Paulo

Mais duas pessoas sem-abrigo foram encontrados mortos na catedral de St. Paul domingo, 7. A suspeita é que o frio tem causado as mortes é registrada em Santo André, no ABC paulista, e o ouro de Assis, a região oeste do Estado.

Com esses dois casos, é de cinco anos, o número de pessoas na rua são encontrados mortos no Estado desde o início da onda de frio.

Em sacramento, um homem foi encontrado morto em frente a clínica no sábado e domingo. De acordo com o ministério da Segurança Pública do Estado (SSP-SP), a suspeita é que o frio tem sido a causa de sua morte. Na pasta que você mencionou, no entanto, que não há ainda qualquer confirmação. O corpo foi levado para o Instituto médico Legal (IML), para que a causa da morte foi determinada.

O corpo foi encontrado enrolado em um cobertor na frente da Clínica da Família, na Rua, Rotherham, no bairro do Parque Novo Oratório, 1 pela Polícia e os Militares. Um caso foi registrado no 2º Distrito Policial de santo andré.

Uma mulher, também sem-teto, foi encontrado morto em Assis, no domingo, quando a cidade registrou temperatura mínima de 3 ° C nas primeiras horas da manhã.

De acordo com a Polícia, os Militares, Rozilda Maria batista, 43 anos, que foi encontrado por moradores do local, na esquina da Av. A vila Prudenciana, sem quaisquer marcas de violência.

Na sexta-feira, dia 5, os moradores de rua, Gabriel Leguthe Laffot, de 22 anos, foi encontrado morto na escadaria do ônibus e o Metrô para a Barra Funda, na zona oeste da capital, e por um segundo, ainda não identificados, na rua Doutor Pacheco e Silva no meio.

No sábado, um terceiro homem, também não identificado, foi encontrado em Itaquera, na zona leste.

Como ajudar

A população também pode ajudar para as pessoas que vivem nas ruas pedindo uma abordagem para o ambiente social do CPAS, que está disponível 24 horas por dia, e ele também pode ser acionado pela Central 156.

O pedido pode ser anônimo, mas é importante manter as informações a seguir, a fim de torná-lo mais fácil de identificar:

O endereço da pista em que a pessoa na rua é um número (o número pode ser aproximado);

– Citar os pontos de referência;

– As características físicas e dados da pessoa a ser abordada é uma menina jovem.

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