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A justiça bar irá resultar na garantia, e ordens do MINISTÉRIO para certificar as correções no Mundo | VEJA

Um tribunal Federal em São Paulo determinou, em liminar, disse na sexta-feira, 24, que está no processo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) serão suspensas tão logo as submissões são fechados, o que ocorre no domingo, dia 26 de maio. A decisão, que é consistente com o pedido da defensoria Pública da União, e também exige que o governo provar que o erro no rigor das provas no Mundial de 2019 foi resolvido completamente.

Isto significa que os resultados do Sisu não pode ser tornado público na segunda-feira, dia 27. Além disso, o Inep instituto é responsável para o Mundo, você precisa experimentá-lo, até cinco dias, para a revisão das notas, que foram encontradas falhas, ele foi levado em consideração para o ajuste das notas de todos os candidatos para o Exame. A agência também vai ter que provar que todos os participantes, que apelou para uma revisão das notas tinha a alegação de re-avaliada, e recebeu a resposta, mesmo que a pergunta não foi respondida.

De acordo com a defensoria Pública da União, o MEC e o Inep vai ter que pagar uma multa diária de R$ 10 milhões, caso não cumpram o que foi determinado durante os cinco dias dado pelo tribunal.

Em um comunicado, o Ministério da Educação afirmou que já tenha fornecido as informações que você pediu.Publicidade

Anteriormente, o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na justiça Federal no estado de Minas Gerais, pedindo a suspensão de inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni), em detrimento das deficiências identificadas nos resultados do Exame Nacional do ensino médio (Enem). O pedido é que as chamadas serão interrompidos até que todas as provas é ir através de uma empresa de auditoria.

A ação também pede que o Inep revisão os modelos de todos os 3,9 milhões de candidatos. Após a publicação dos resultados dos testes, e o aluno será notificado oficialmente da abertura do período para solicitar a verificação de eventuais falhas. Todos os pedidos de correção devem receber uma resposta formal. A promotoria, o Ministério da Educação (ME) e o Inep seria uma violação do Código de Usuário do Serviço Público por não emissão de recibos para o seu e-mail o endereço do requerente, não demonstra que a ciência do problema para o usuário e não de revisão de todas as solicitações que estão sendo feitas.

Já, a Câmara de Direitos humanos do gabinete do Procurador-Geral da república (PGR) defendeu a manutenção do período de inscrição no Garantida. A agência tem vindo a reunir-se esta tarde para avaliar as inconsistências que ocorreram na semana passada, com a correção das provas do Mundo, que são utilizados para iniciar sessão no Garantida. Os erros foram corrigidos pelo Inep, responsável pelo exame na segunda-feira (20).

Em uma carta enviada ao ministro da Educação, Abraão Weintraub, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, o conselho reconheceu a “a regularidade das medidas tomadas para reparar falhas,” na correção do exame. De acordo com a subprocuradora-Celia Regina Souza Delgado, co-presidente da câmara, as inconsistências elevaram-se a “uma pequena fração dos candidatos”.Publicidade

Com a associated press EnemJustiçaMinistério da Educação (ME)foi Garantida

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