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A justiça de bloco de R$ 1,5 mi de empresa de transporte para pagar os trabalhadores nas Cidades – R7 Gazeta Digital

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A Justiça do Trabalho, autorizou o bloqueio de cerca de us$ 1,5 mi, a empresa de Transporte público, a Cidade de Pedra, Inc. (TCCP). A apreensão dos bens foi solicitada pelo Ministério público do Trabalho (MPT) é utilizado para proteger os direitos de mais de 150 funcionários são dispensados por motivo do término do relacionamento da concessionária para a Cidade de Rondonópolis.

A decisão do dia 25 de junho, e foi Adenir da Silva Carruesco, da 1ª Vara do Trabalho de Rondonópolis, foi determinado a expedição de mandado para a cobrança de quaisquer reivindicações de que a empresa tem com a Cidade de Rondonópolis. Nesse caso, a Cidade irá eliminá-los e deixá-los à disposição da Justiça. Além disso, incluído na venda de todos os carros na concessionária, permitindo a eliminação para a liquidação de fundos para as indemnizações por despedimento.

O MPT ajuizou a ação é uma medida de precaução após a notícia de que a empresa não iria pagar para o serviço de transportes públicos na cidade a partir do dia 30 de junho de 2019. De acordo com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Transporte Terrestre em Rondonópolis e Região (STTRR), o advogado, o TCCP tem vindo a ser proposto para o STTRR a divisão de fundos para a redundância de pagamentos em até 36 vezes e, em seguida, há a realização de uma assembleia geral com os trabalhadores da Cidade de Pedra, a fim de discutir a finalização da operação da concessionária, pagar o dinheiro para a redundância de pagamentos, e a multa do FGTS, e a formalização do acordo para o lançamento do programa de seguro desemprego.

Considerando a elevada quantidade devidos aos trabalhadores, e as iniciativas da empresa na tentativa de parcelá-lo, e o Y, concluiu que há um alto risco de o pagamento de fundos para as indemnizações por despedimento não ocorrer. “A entidade requerida decidiu encerrar suas atividades em Rondonópolis, sem a necessidade de uma só vez, cerca de 150 funcionários, gerando um passivo que não é controversa, de mais de r$ 1,5 milhão, que ela não está em condições de pagar por aquilo que você quer para parcelá-lo em até 36 vezes”, disse o ministério do trabalho decisão.

O ministério público, em NOVEMBRO de Allysson Scorsafava ele ressaltou que os fundos decorrentes de um contrato de trabalho é da natureza do alimento, isto é, o modo de vida dos funcionários e de suas famílias, e a tomada urgente de medidas pleiteadas, “(…) mesmo quando o empregado é visto para sair em um país onde o desemprego é crônico e cresceu 42,4% em 4 anos, e em que a taxa nacional era de 12,5 por cento no primeiro trimestre deste ano”, acrescentou.

Nessa decisão, o tribunal afirmou que os documentos a serem apresentados pelos NOVEMBRO”, mostra a probabilidade de que o direito invocado, uma vez que é prova suficiente de que o réu está encerrando suas atividades e que ela está em dificuldades financeiras para pagar as despesas, especialmente o “trabalho”.

Uma audiência foi marcada para o dia 05 de julho.

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