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A milicia no espelho para VER

– Para visitar o pai na Porta de Rose, S. Jorge, periferia da cidade, a Maria b. ele é necessário para identificar com mais de um dado formado por traficantes de drogas e as milícias. Barras embutido em concreto, em uma área pública. Bandidos exibindo a arma. Rua assombração. Para onde viajam, as crianças, os idosos, os trabalhadores.

São 22 mil pessoas no Porto de rosas.

A aldeia de João, e na Maré baixa, é uma das maiores favelas do Rio de Janeiro, mas Ela não ouve, um driver para o aplicativo que você tem no carro, seguido por um traficante armado até a casa do cliente. Faróis, pneus reduzido. A rotina de terror. O cavaleiro armado segue no carro no caminho de volta, até que ele sai da área a ser dominado.

Habitação criado pelo Projeto, o Rio, o Governo Federal, a década de 80, para abrigar as pessoas que moravam em casas construídas sobre palafitas na extremidade inferior dos Fundos, a Vila do joão, em uma ironia, foi nomeado em honra do General João Baptista de Oliveira Figueiredo. Hoje, mais de 12.000 pessoas vivem na vergalho da milicia, e o tráfico de seres humanos. Publicidade

No vai quem quer Fazer subúrbio do Rio de janeiro, o bairro anda, apavorado, de braços abertos no meio da rua. Pior, as notícias de arrepiar os cabelos massacre de jovens que não estão trabalhando com os caras maus. A rotina de ataques de pânico.

Aqueles que estudam o assunto, em seu Ministério Público, ele diz que há menos de 20 anos de idade, nasceu na cidade de Rochas do primeiro grupo, que exploravam o povo pobre no interior da cidade. Em 2019, a estimativa é que a milicia espalhou para 26 distritos da cidade, bem como dezenas de vilas e cidades no estado.

O crescimento das milícias, é tão significativa que é a guerra entre milicianos e traficantes de drogas, antes, quase que diariamente, vêm rareando. A Polícia, de acordo com a história do rei Henrique Coelho, do Grupo 1, ele afirma que “para a união de grupos paramilitares, desbancou o comércio e passou a liderar suas comunidades, com quase nenhuma resistência”. Em um Grande La, a Cidade de Deus, que é a acusação de tráfico de seres humanos.

Os bandidos da mesma laia, então qual é a diferença entre um traficante e um policial? Publicidade

“O utilizador nunca irá ter uma carreira em ascensão. No mais, preso, o controle de uma facção em prisão. O usuário é restrito no intervalo da área de onde ele ou ela é. Eles não conseguem eleger pessoas como a milícia”, analisa José Cláudio Souza Alves, sociólogo, professor da UFRRJ, um estudioso da obra de milícia no vale, a área com pior nível de violência no Estado.

O militar ensina, o professor, foi um grande, muito superior, e não há comparação. “Nós viemos de uma ditadura, a ditadura dos grupos de extermínio e milícias”.

Um traficante de drogas, e nunca vai ser candidato a tudo. O miliciano foi eleito.

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