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ASSISTA a Antártida: um navio com um polar e uma viagem ao extremo sul, para VÊ-lo

No dia 6 de janeiro, às 16h05, foi registrado no Livro da História do Navio Polar Almirante Maximiano da saída da embarcação do porto de Punta Arenas, Chile, em direção a Estação Antártica Comandante Ferraz, que será reaberto no dia seguinte, dia 14, na Península Antártica. Entre esse dia e o dia 11, o meu Tio Max, como ele é carinhosamente chamado pela equipe, foi a 109 membros das expedições que são uma parte da 38ª Operação na Antártica, entre os civis (como os de jornalistas e militares, que são responsáveis por toda a logística, transporte e segurança. Muito mais do que apenas um meio de transporte, e o Tio Max é a base para o 40% das pesquisas realizadas pelo Programa no Sul do Brasil (Proantar), e é a principal plataforma no oceano.

Seja para roupas ou com um par de jeans, a rotina diária dos seguintes parâmetros para os militares. Todos os dias às 7 da manhã, o toque da Manhã – para os não iniciados, é uma espécie de despertar equipe. Depois de anunciar, “Bom dia, Tio Max!”, a música faz a transição para a voz do locutor que lê as notícias do dia. Em alto-mar, completamente desligada de qualquer informação que é válido para ter alguma idéia sobre o que está acontecendo no mundo.

No primeiro dia, e a trilha sonora é escolhida para ser o pack no início da aventura, ele foi a música, o Descobridor dos Sete Mares de Tim Maia. Uma coincidência, não é? Para a primeira viagem, a recepção pode fazer tudo no sentido de que: “bem, eu tenho de chegar/ eu Quero estar à vontade/ Na verdade, eu sou/ o Descobridor dos sete mares/ Navegar eu quero.

Depois de um dia de passeios de barco, o cenário começou a mudar. O navio percorreu os canais na região sul da Patagônia chilena. O barco veio voando ao redor do Parque Nacional Alberto de Agostini, onde ele sentiu as primeiras ondas do Oceano Pacífico, e se dirigiu para o Hotel. No final quilômetros antes que a terra é conhecida como o “fim do mundo”, para a cidade do hemisfério sul, montanha, geleiras, montanhas cobertas de neve, e pequenos pedaços de gelo começou a se formar parte do horizonte. Gaivotas voavam em torno de olhar para os peixes do mar, e os selos têm ido e vindo em um mergulho rápido na distância. Publicidade

Ao mesmo tempo, na expectativa de que a rota seria percorrida no tempo mais rápido possível, e que se ele veio direto do continente da Antártica, e o grande objetivo da expedição, a proximidade da passagem de Drake começou a se tornar mais e mais como uma causa de preocupação. A área é conhecida por ter as piores do mar no mundo, onde as águas do Pacífico e o oceano Atlântico, conhecer e formar uma onda gigante. Quando chegamos no final dos canais, chile, no dia 7 de janeiro, o capitão do navio, o capitão de Mar e Guerra com João Candido Marques, Dia, decidiu esperar a 24 horas na cidade de Puerto Williams, no Chile. As previsões mostram que, se o seguirmos, haveria ondas de mais de 5 metros. No final das primeiras 24 horas, a decisão foi feita para esperar novamente por mais 6 horas.

A infra-estrutura e apoio para a ciência

O navio tem quatro laboratórios e, aos dezessete anos, equipamentos de pesquisa, como um guincho, com a capacidade de coletar amostras de água e sedimentos do fundo do mar, e até 8 mil metros quadrados (na região da Antártida, a uma profundidade média de 4 500 metros), os instrumentos são projetados para medir a profundidade do oceano, e os sistemas para analisar os usos correntes do mar. Dependendo da equipe do navio, o caminho que segue com o tema: “a navegação e a procura”.

Para o biólogo, Luiz Henrique Rosa, coordenador do projeto, MycoAntar, que estuda a microbiologia da antártida, da Universidade Federal de Minas Gerais, onde tem a maior coleção de fungos da antártida para o Brasil, Max foi, e é, fundamental para estes estudos. Em expedições para a Antártida desde 2006, Rosa e um colega foram os primeiros a montá-lo, e usá-lo nos laboratórios do navio, entre 2009 e 2010.Publicidade

“Max, este é um grande apoio para a pesquisa. O oceano cobre projectos em uma variedade de áreas, tais como climatologia e geologia. Eu coletadas as amostras dos extremos do Max, você tem a capacidade de ir online. Quando você estiver trabalhando com a neve, por exemplo, não há nenhuma maneira de trazer o exemplo para os estados unidos. Eu coletados e processados diretamente do Max”, disse ele. Rose tem mantido uma rotina ativa no navio: ele partiu, ele desceu em um ponto, recolhidas as amostras, e no processo, antes de vir para o país. O pesquisador trabalhou com uma amostra de neve, gelo, árvores, solo, sedimento, água do mar, e outros materiais.

Além de apoiar a pesquisa, cada um a navegação é feita através do mapeamento do percurso para o mapeamento da Antártida, uma região que não tenha sido na coleta de dados. Os resultados são depois partilhados com a comunidade científica internacional, que é constantemente uma carta náutica – um mapa da região para ser atualizado com as informações mais precisas. As principais áreas de investigação em que o Tio Max são da meteorologia, oceanografia, geologia e geofísica.

A tripulação embarcou no navio em outubro de 2019, e você vai desembarcar em abril deste ano, o total será de sete meses de idade na dedicação da vida no mar. Para manter uma rotina saudável, o navio de cruzeiro dispõe de dois quartos, com equipamento de fitness, uma pequena biblioteca, uma sala de estar com uma televisão, uma barbearia e um café (com internet limitada) com dois computadores. Apesar de estar em um barco, em que o militar, meu Tio Max, não fornecidos com o programa. Se você está em uma guerra, a sua função seria a de que o capitão. Ele é gratuito para até 50 dias no mar, e vela no gelo em camadas. Assim, não há ninguém para quebrar o gelo.

Para fazer qualquer pesquisa, os cientistas terão que esperar até que o navio é de 200 milhas náuticas a partir da costa do Chile. É uma questão de princípio. Do brasil, por acusações de que os navios de outras bandeiras que têm um oficial brasileiro está indo para fazer pesquisa em águas brasileiras. Portanto, os militares vão atuar da mesma maneira como quando você está no mar, no chile. Publicidade

O “centro nervoso” do navio é a Ponte. É um espaço que reúne todos os sistemas operacionais, com exceção da parte de máquina para máquina. Radar, navegação eletrônica, posicionamento dinâmico, o acompanhamento, a avaliação e a constante consciência da necessidade de um novo comando para melhorar a coordenação do navio.

Entretanto, o centro de controle da máquina, a que é do coração. Se é para parar o barco também é para você. A maquinaria para a produção de energia, o ar comprimido nos tanques de mergulho, bem como de água doce para o abastecimento interno. Há três geradores, cada um dos quais pode servir uma cidade de 4 000 a 5 000 pessoas.

Há também três dessalinizadores de água por osmose reversa (ro). No entanto, este equipamento é para temperaturas variando de 25 graus centígrados para 26 GRAUS, enquanto que a água na Antártica varia entre 0 e 1. Por esta razão, é necessário aquecer a água antes de a usina de dessalinização. A produção diária gira em torno de 35 a 40 toneladas de água, enquanto o consumo de combustível do navio é entre 10 e 13 toneladas por dia.

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