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Brasília, dizer adeus a um de seus pioneiros no Distrito Federal R7 Jornal de Brasília

Um jornal em Brasília, o Jornal de Brasília

Ana Karolline Rodrigues
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Com generosidade e amizade. Assim foi que, no Brasil, Ali Mahmoud, Ali viveu 60 anos de vida é comemorado com alegria, juntamente com a família e amigos. Faleceu na madrugada de domingo (30), o Dr, o Brasil, um dos pioneiros de Brasília, e tem um histórico comprovado que caminhou lado a lado com o crescimento da cidade, e, agora, deixar o seu nome marcado na memória dos habitantes da cidade.

Nascido em uma família libanesa, no Brasil, é o sétimo dos oito filhos. Depois que seus pais se mudaram para o Brasil, à procura de oportunidades de emprego, e ela nasceu em Inhumas, no município de Goiás, e foi batizado com um nome que representava a nova casa para a família. A partir daí, não demorou muito tempo para a família a mudar-se para a cidade capital do governo Federal.

Um dos primeiros a chegar no parque da cidade, à direita Não são encontrados no comércio, é uma forma de viver. Avinda do Comercial da cidade, e a família estava vendendo tudo, mas foi a sua experiência na roupa.

“Meu avô faleceu, quando ele é [no Brasil] eu tinha cerca de 10 anos atrás, e foi só na casa de minha avó. Ele tem sete filhos, os três mais velhos nascido no Líbano, por outro, eles nasceram aqui. Minha avó, viúva, foi bem difícil. Ela estava trabalhando muito, para as crianças mais velhas que tomavam conta dos mais novos. Ela tinha uma loja no comércio, e tinha que ser uma planta de um pão na síria”, disse a filha mais nova, Bianca Noleto Mahmoud Ali, com idade de 20 anos.

De acordo com ela, o Brasil foi muito perto da mãe, Souad Hasna, de 93 anos, e ele estava sempre ansioso para ajudar. “Minha avó era muito importante em sua vida. Assim que ele começou a faculdade, ele deu aulas de biologia, e quando recebeu seu primeiro salário, deu toda a sua”, disse ele.

18 anos, Brasileira, ingressou na faculdade de medicina da Universidade de Brasília (UnB), e, em 1977, o primeiro passo para se tornar um bem conhecido o Dr. no Brasil. “Ele passou no primeiro exame de entrada na Universidade em medicina e formou-se a partir daí. Ele era um cirurgião geral e proctologista,” disse sua esposa, Ana, Carla, Noleto Ali, de 54 anos de idade. Um jornal em Brasília, o Jornal de Brasília

No brasil, e sua esposa, Ana, Carla. Foto: Arquivo Pessoal.

Quando você tiver concluído o curso em 1983, no Brasil, mudou-se para a residência no mesmo ano, começou a trabalhar em cirurgia geral no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). “Ele veio para ser o chefe da clínica cirúrgica no HRT. Uma vez que você inseriu no HFA (Hospital das Forças Armadas), para fazer uma proctologia foi uma especialidade”, disse a menina.

Dois anos mais tarde, em 1985, o Brasil passou a trabalhar no Hospital Anchieta, no parque da cidade. “Ele trabalhou em vários hospitais. Trabalhou em serviços de saúde a integração de mais de vinte anos, trabalhou no Hospital, Marta, e, mais recentemente, em santa Lúcia,” disse Bianca.

O segundo-para-filho mais novo, no Brasil tem mostrado para ter muito gosto pela profissão, e foi assim que ele tem que seguir em sua área de agora, Tomar tomadas no sexto semestre do curso de Medicina.

“Eu também, por exemplo. Ele foi membro de duas clínicas de saúde de Anchieta e o como, eu acho, para seguir no campo da gastro, eu só quero passar para algo nessas clínicas”, disse ele. “Você sempre me disse, e eu estava estudando comigo, e ele fez o trabalho por mim. Quando você teve uma conferência aqui para apresentar um trabalho”, disse ele. Um jornal em Brasília, o Jornal de Brasília

No brasil e na família. Da esquerda para a direita: Karen (filha), Ana Beatriz (sua esposa), Camila (filha) e Alice (a neta). Foto: Arquivo Pessoal.

Na madrugada de domingo no Brasil, foi recebido em casa por socorristas do Serviço Móvel de urgência (Samu), depois de uma suspeita de ataque cardíaco. Mesmo depois de todos os procedimentos de reanimação cardiopulmonar, ele não poderia resistir.

Como a família era, na tradição muçulmana, o funeral teve lugar no domingo, foi realizada em duas cerimônias. “Primeiro, ele foi para a mesquita em uma cerimônia, que foi seguido por dois irmãos com ele. Em seguida, ele foi para o Cemitério Campo da Esperança. Ele não era muito religiosa, mas ainda seguia a tradição muçulmana, então decidimos fazer essas cerimônias”, disse a menina.

Deixando sua esposa, com quem foi casado por 30 anos, e suas duas filhas, Karen e Kathy Noleto Mahmoud Ali, um de 25 anos e, até o final dos dois anos, o Brasil agora está na memória da família e amigos pela sua generosidade e pela forma em que ele vai tomar lugar em sua vida. “Ele sempre foi muito bom, e os pacientes são sempre enviadas alimentos presentes, aqui, para a casa, para que ele gostava muito de cozinhar. Ele sempre gostava de reunir os amigos em casa para fazer a festa”, diz Karen. “Quando minha sobrinha nasceu, viveu aqui na casa, e ele ajudou-os quando eles trabalham de manhã cedo”, disse ele.

“Ele sempre disse que para mim foi viver a vida um pouco, com alegria, e fazer o seu melhor para ajudar as pessoas”, disse a filha mais nova. Para a família, e esta é a mensagem que agora, no Brasil, ele deixa aqueles que são deixados. Um jornal em Brasília, o Jornal de Brasília

Dr. Brasil e sua esposa e minha neta. Foto: Arquivo Pessoal.

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