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Descubra quem são os 14 pessoas que a CPI no município de Brumadinho, destacar – Notícias – R7, Minas Gerais

O relatório foi apresentado pelo senador Carlos Viana (PHS), na terça-feira da Divulgação para O Senado/Marcos de Oliveira

O relatório final da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do município de Brumadinho, no Senado, foi aprovado na terça-feira (3).

No texto de 389-página-senador Carlos Viana do castelo (PSD-MG), e o relator do caso, pede ao presidente para um homicípio homicídio, crime ambiental, e a omissão de 14 pessoas, incluindo dirigentes e empregados da Vale, que é responsável pela barragem da Mina de Córrego do Feijão, no município de Brumadinho, e Tüv Süd, empresa alemã contratado pela companhia de mineração para verificar a estabilidade da estrutura.

Agora, o documento é aprovado, vai para os Ministérios Públicos dos estados de Minas Gerais e na Polícia Federal e estadual, que continuam a investigar, a responsabilidade do rompimento.

Descubra quem é indiciado pela CPI:

1 – Fabio Schvartsman – o ex-presidente da Vale

O presidente da Vale no momento da ruptura da barragem, Fabio Schvartsman, foi removido de seu posto após um pedido de uma força-tarefa formada pela Polícia Federal, a Polícia Civil, o Ministério Público e o Ministério público de Minas Gerais, brasil. De acordo com a COMISSÃO, Schvartsman disse que não sabia do risco de ruptura da barragem. Ele também tem sido permitido pelo SUPREMO tribunal federal (stf (Supremo Tribunal Federal), não aparece nos outros grupos, e foi uma quebra de confidencialidade anulada pelo ministro Gilmar Mendes.

2 – senhor. Gerd Peter Poppinga – o ex-chefe do executivo de Ferrosos e de Carvão,

O poder executivo também teve a sua partida, a pedido da força-tarefa, no município de Brumadinho. Poppinga disse que ele já foi ferido pela operação de mineração, por não cumprir com os objectivos relacionados com a segurança e segurança. Eles são responsáveis pela persecução penal para a ruptura de uma barragem na região do Golfo, e em Mariana, no ano de 2015, que deixou 19 pessoas e causou danos generalizados para o ambiente.

3 – Luciano Siani – diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores

Ao contrário de outros executivos da Vale, Luciano Siani, que ainda continua a ser. O diretor disse que não tinha conhecimento de documentos internos, que mostrou que o reservatório de Brumadinho eu estava na área de atenção.

4 – ser o Ouro Um Galão Cavalli, diretor de Planejamento e Desenvolvimento do Carvão e metais Ferrosos

Além disso, ele foi embora depois de uma recomendação da força-tarefa, no município de Brumadinho. Além disso, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão em sua casa, em Belo Horizonte, brasil, em busca de peças de equipamentos eletrônicos para apoio a pesquisa.

5 – Silmar Magalhães, Silva – ex-diretor de Operações para o Corredor, no sudeste do Vale

O diretor foi uma das pessoas que foram parte de um painel de peritos internacionais que debateram sobre a questão da segurança de barragens no Vale, entre eles o que foi quebrado no município de Brumadinho. No Senado, tem sido demonstrado que o Silmar ter recebido um e-mail a partir de outro membro da equipe, Marilene Araujo, que alertava para a “pesquisa e monitoramento, no campo, para reduzir o risco para o projeto atual. Em um depoimento para a CPI do Senado, no entanto, Silmar, disse que o painel chegou à conclusão de que a barragem tinha um fator de segurança apropriado”.

6 – Alexandre de Paula é uma Campanha Gerente-executivo de Engenharia da Empresa do Vale

A campanha tem sido cobrado pelo engenheiro para a Tüv-Süd, Em Namba, ele foi obrigado a assinar o relatório sobre a estabilidade da barragem, no município de Brumadinho, que está dividida em 25 de janeiro. De acordo com o testemunho da Polícia do estado, se a decisão não for para ser executado, a empresa alemã de perder o contrato com a empresa de mineração. A campanha negou que havia acontecido.

7 – Lima, Artur Gomes de Melo (chefe-executivo o diretor executivo do Complexo de Paraopeba para o Vale

Ele foi um dos 13 trabalhadores preso em fevereiro e lançado pela Justiça na próxima. Melo foi encontrado também em 2015, para o rompimento da barragem de Volta em Mariana, mas ele não foi relatado por nenhum crime. Na época, ele era o gerente de uma das fábricas do Complexo, com Alegria, em movimento.

8 – Joaquim Pedro de Toledo (ceo-chief Executive officer da Engenharia, Empresa do Vale

Eu era responsável por gerenciar a equipe que faz o monitoramento e a manutenção da barragem de quebra. De acordo com a comissão, Joaquim de Toledo confirmou que ele foi o autor de um endereço de e-mail no qual ele disse que “ele (barragem), B1, é mais sinistro do que você pode imaginar”. No entanto, ele negou que isso significava que o conhecimento sobre os riscos de quebra. De acordo com ele, o e-mail é composto e, em seguida, ser informado de que há um pedaço de mineral no reservatório, mas uma vez ficou claro que nenhum desses blocos foi na sequência, e não na estrutura, o que teria sido tranquilizados.

9 – Renzo Albieri Guimarães Carvalho, um empregado de Gestão na engenharia Geotécnica no Vale

Responsável pela gestão e manutenção da barragem 1 do Córrego do Feijão, Albieri, disse em depoimento para a CPI do Senado, e que a empresa acredita na estabilidade da estrutura. Nos e-mails que foram enviados para a comissão, por empregado, teria dito que a Vale não estava preparado para executar o plano de ação de emergência, em caso de um rompimento.

10 – Marilene Cristina de Oliveira Lopes de Assis Araújo e como funcionário do sector de serviços de Gestão de Riscos previstos para o Vale

Participou na gestão do negócio de dados, avaliar a qualidade das estruturas. Uma das principais do setor, que é colocado no reservatório 1, a partir da Mina de Córrego do Feijão na “zona de alerta”.

11 – Cesar Augusto Paulino Grandchamp – Geólogo

Ele foi o responsável por assinar o relatório sobre a estabilidade da barragem, no município de Brumadinho, como o representante legal da Vale. De acordo com a CPI no Senado, ele negou que tenha sido pressionado por alguns dos melhores. Grandchamp também disse que nunca ouviu falar do dam-1, estariam em risco.

12 – Cristina, Heloiza da Silva Malheiros – feita na Gestão de projetos de Engenharia para a Vale

Responsável pelo acompanhamento ‘no lugar’, e a manutenção da barragem, Cristina disse que, de acordo com o CPI, que investiga o caso do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, que esteve na represa por dois dias, antes de romper o dique, e eles não se identificar anomalias na estrutura.

13 – Makoto Namba engenheiro da Tüv Süd

De acordo com a Polícia Federal, afirmou que o Gerente-executivo de Engenharia da Empresa do Vale, Alexandre de Paula da Campanha, ele foi obrigado a assinar o relatório sobre a estabilidade da barragem, no município de Brumadinho. De acordo com ele, se não estiver a ser executado, a empresa de mineração estava indo para contratar alguém de fora da empresa.

14 – André Jum Yassuda engenheiro da Tüv Süd

Ele também foi um dos presos em fevereiro, logo após o rompimento da barragem, no município de Brumadinho. Chamado para prestar depoimento na CPI, em Minas Gerais, para o engenheiro, ele optou por permanecer em silêncio.

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