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Eleição 2020: uma Estratégia para o Crivella se rompe, e a aliança com o bolsonaro é longe | veja

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (os Republicanos), está se tornando mais e mais longe de realizar o grande sonho: ter o apoio do presidente, Jair bolsonaro (sem partido) para ser re-eleito. Nos bastidores, Crivella se queixam de sua coordenação no run-up, que é responsável pela estratégia do sistema e para ser capaz de cumprir a dupla. No meio da crise financeira na cidade, ele procurou estreitar os laços com o bolsonaro.

No retorno para a aliança, Crivella abriu um espaço no primeiro escalão do governo, à família do presidente. O senador Flávio bolsonaro (sem partido-rj) tem sido consultados antes da nomeação de um ex-árbitro de futebol Gutemberg Fonseca, secretário de política Pública, um aliado próximo do falante. No entanto, Um não bateu o martelo em qualquer negócio. A posição de vice na chapa, Crivella também estava na mesa para o seu bolsonarista.

Além disso, Crivella disse que pelo menos três outros importantes movimentos para agradar a você e Jair bolsonaro. Primeiro, ele viajou para Brasília, e deu ao presidente a estrutura da Igreja Universal do Reino de Deus, liderada por seu tio Edir Macedo, e de que ele é o bispo do titular, para auxiliar na coleta de assinaturas para a criação de um novo partido, o presidente da Aliança no país. Segunda, desde que a solidariedade do público, em um vídeo gravado, e a mídia social para Um bolsonaro, sob investigação pelo procurador-geral, em caso de Trabalho. Adotamos a concepção de escola, civil e militar, a menina dos olhos do governo federal.

Mas as ações do Crivella não tem o efeito esperado. Apesar de a higiene dinheiro federal para ajudar com a crise na Saúde, bolsonaro ainda defendeu que o governo municipal. Em dezembro, quando questionado pelos jornalistas, o presidente desconversou sobre a eleição. “Eu não vou dizer que eu apoio, que eu não sou, eu sou livre agora, eu sou único, que você quer me casar com alguém agora? Eu não vou casar. Eu gosto do Crivella, me dou bem com ele, (mas) a população é quem vai decidir quem vai ser o futuro prefeito”, disse o presidente.Publicidade RelacionadasMais LidasBrasil Brasil, Rio de Janeiro, derivados a partir de: o desastre financeiro de gestão de CrivellaPolítica Política, Crivella é a parte de trás do Saps e o monumento nacional para o ano de 2020 no Rio”, diz o DatafolhaBrasil Brasil é Alvo de investigação taxa, Crivella ele ainda faz tudo o que pode para reelegerEconomia Economia 1Mega uma volta de 2019: os números sorteadosEsporte Sport 2’Big as coisas começam com pequenos passos,'”, diz a esposa do SchumacherEntretenimento de Entretenimento, 3’Surubão de Noronha, brasil.’ novo casaEntretenimento Entretenimento 4Silvio os Santos, para quebrar o silêncio sobre a acusação de racismo

A operação para a elaboração do bolsonaro levou para o bar, Rodrigo Bethlem, uma espécie de coordenador da execução até Crivella. O Ex-deputado federal, Bethlem, ele trabalhou na mesma Departamento de políticas Públicas e na gestão do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM). Em 2017, foi objecto da Operação do Ponto Final, um braço do Lava-Fluxo no Rio. Ele é, na verdade, já estava sob investigação por suspeita de tirar dinheiro no meio das Ongs, após denúncia feita pela ex-esposa. Bethlem sempre negou irregularidades.

A tentativa de ingressar Crivella e bolsonaro no mesmo palco foi ameaçada com o respeito ao prefeito, Rodrigo Bethlem. O povo ouviu AQUI, juntamente com o Crivella disse que ele é “comprou a idéia”, o marqueteiro político entrega para o departamento de política Pública com a esperança de assistência. “Crivella sente que ele caiu no conto do vigário que comprou gato por lebre”, revelou ser um aliado.

A crise na Saúde municipal também irá permitir que a relação de Crivella com o Bethlem. O ex-presidente articulou para ir ao banheiro, Ana Beatriz Busch partir do comando da pasta. O prefeito, no entanto, não respondeu à solicitação. Procurado por VEJA, Bethlem não retornou o contato. O serviço de imprensa do Crivella enviou a seguinte nota: “O bom considerações para a cidade vão segui-lo através de redes sociais e, em seguida, a questão deverá ser publicado uma vez no repórter, só temos especulações por e-mail evidências de que o texto estava pronto, e ele foi condenado politicamente”. A pesquisa não incentivou o clã presidencial

O fato é que Jair bolsonaro ainda não indicou o suporte para o não comparecimento do candidato, o prefeito do Rio de janeiro. Ele continua a ser visto se o presidente vai pedir votos para ninguém. No balanço, o risco de se mostrado perder nas urnas e colocado em sua base eleitoral para um adversário no campo, à esquerda, ou patrocinados pelo governador Wilson Witzel (PSC), é um inimigo político. De acordo com a última pesquisa do Datafolha, Crivella, tem apenas 8 por cento. É a volta do Saps, com 22 por cento, levando para o isolado, e o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL), com 18% de participação.Publicidade

O deputado Otoni de Paula (PSC-RJ), ele corre para fora para ser o escolhido pelo bolsonaro. Controverso, membro do parlamento, usando a plataforma para defender o governo, e você quer encontrar uma maneira de sair da festa, Witzel, sem perder o mandato.

No ano de 2018, o então vereador, Otoni de Paula foi o único a votar contra a vontade dos parlamentares no batizar no plenário da Câmara no Rio de janeiro, em o nome do conselheiro que foi assassinado Marielle Franco (PSOL). Durante a sessão, que foi o endereço de Crivella, e ele fez a chamada, “qualquer coisa “homofóbico” na direção dos manifestantes, que são favoráveis para a remoção do prefeito, bem como uma “banana” para os membros do público. Jeff BolsonaroMarcelo CrivellaRio De Janeiro

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