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ESCRITÓRIO no centro de Manhattan Connection: fábulas em uma entrevista com o frustrante | VER

Ainda cético, mas ele era teimoso, eu estava no site a Notícia até o final da noite de domingo (5), e à espera da anunciada entrevista com o ex-presidente brasileiro, Fernando Henrique Cardoso, que no ano de 2020, pela décima vez, e abriu a temporada de jornalismo político, o programa é ancorado por Lucas Mendes da cidade de Nova York. Para o prometido “passado a limpo, do Brasil, durante a última década”, pauta, ambicioso, e atraente, no entanto, e acabou mesmo assunto em um repetitivo e chato conversa com um velho amigo , que deu praticamente nada do prometido, que tinham visto e ouvido. Eu tenho que admitir ter sido consciente, a partir da entrevista, em 2016, que é a única coisa que é pior do que o BRASIL, no Manhattan Connection, que é a de “ver” a ALTERAÇÃO do Manhattan Connection. Rrelevei para a crítica impiedosa, e para seguir a pista das conversas que se seguem. Neste momento, todos os cruzados de um ponto da curva, usando a expressão para o ex-ministro, presidente do SUPREMO tribunal federal, Joaquim Barbosa.

Em referência ao Dicionário de Jornalismo, o processo de projetar o estado da Bahia, aponta que os padrões de valor-notícia e focar na entrevista, dando-lhe uma importância em meios de comunicação de massa. Mas ele alerta: “é nesse contexto que é de maior risco para a entrevista, você está na dissimulação e na narrativa”. Na mosca, no caso em questão: “e os salamaleques e rasgação de seda para o convidado, e erros na geração de relatórios. O desastre só foi mitigada pela atuação da bochecha e a menos complacente dos dois membros da bancada do “Manhattan”: com o apoio de Diogo Mainardi, de Veneza, e Pedro de Andrade, está em nova york.

Desde o início, ficou claro que a preocupação de Lucas Mendes, para evitar um novo “boot cauda” do tipo que ocorreu no ano passado, quando a revisão dos venezianos Mainardi” (a frase é do ESCRITÓRIO) colocar o tucano, dizendo que ele era muito “dark” em suas respostas. Ele parecia carregar um pote de tristeza e de dor”, e a partir de uma vitória histórica e a democracia de Jesus, o Messias, bolsonaro, que haviam perdido a eleição e os políticos do DEM no País, e tem na área de “centro-esquerda”, que eram tão populares na parte do entrevistado. Ele permaneceu no ar, a antecipação do novo choque de ALTERAÇÃO para o x-Mainardi, que, depois de todos, foi cumprido. E garantiu que a entrevista terminou em um “quiz” e meio.

O BRASIL tentou puxar o carvão para a sua sardinha. Ele reconheceu que o seu partido também tem idade, como o assunto – com a idade de 90 anos de idade – mas ele não está morto. Apesar de a fragorosa derrota de Geraldo Alckmin, ele mantém o estado de São Paulo, com um “tucano” João Doria. E incluiu o governador de são paulo, entre os três nomes, que, segundo ele, pode levar a centro-esquerda na parte de trás do Palácio presidencial, em uma sucessão de bolsonaro, que é o entrevistado atacado ou depreciadas, para a maior parte da conversa. Os outros dois são o treinador de TV Luciano Huck e o ex-ministro Ciro Gomes, da POLÍTICA. Ele tentou ignorar o nome e a forte presença do ministro da Justiça sobre isso. Eu Vivo, mas ele estava ciente de que “o esquecimento”, por Mendez, e admitiu, “sim, certo, se bolsonaro não foi executada para a re-eleição como eu Vivo, ele é um forte candidato.” A ironia Mainardi virou-se de volta para a tela de ponta a ponta. Ele disse que a geração de FHC, bem como o jornalista – que foi um erro, um desastre para o Brasil das últimas décadas, e tem sido sugerido que a EMENDA deve ser retirado uma vez e para todos os sonhos e planos de poder, e deixar de ir a política, e endereço para aproveitar o merecido momento de lazer, o resto do tempo. Dia e meio desde que o ex-presidente disse que concorda com a idéia de um jornalista. E tudo terminou em frustração, mas para estar em paz.Publicidade

Victor Hugo Soares é jornalista, editor de um blog Bahia em Pauta. E-mail: [email protected]

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