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‘Marighella’ por inédito no Brasil. E a razão para a não-públicos | VER

O filme Marighella, interpretado por seu Jorge, dirigido por Wagner Moura, já acumula uma carreira notável, porém, não veio para os cinemas no Brasil. Desde que foi concluída em janeiro de 2019, ter sido selecionado e apresentado nos trinta festivais de cinema internacionais. O cantor seu Jorge, que interpreta o bandido morto pela ditadura em 1969, levou o prêmio de melhor ator no festival em Bari, na Itália, e de Goa, na Índia. Apesar disso, o filme ainda não tem data para ir em circuito nacional. O problema, de acordo com a cidade de Moura, seria uma censura implícita pelo governo do bolsonaro. “A Ancine está destruído”, disse ele na entrevista que você deu sobre o caso, referindo-se à agência federal para a promoção do sector audiovisual. “A censura não é o mesmo que o da ditadura militar brasileira, que, ele disse, ‘esse é proibida’. Eles vêm para as pessoas destas agências, e eles tornam impossível de acontecer. Foi o que fizeram com Marighella. Eles encontraram uma maneira de fazer o lançamento impossível, do ponto de vista de uma burocracia.”

O nó da questão é que a liberação depende da aprovação de uma linha de crédito de 1 milhão de dólares da Ancine. Em sua defesa, a agência argumenta que este dinheiro não foi liberado devido a incumprimento por parte do produtor, é responsável por longo da O2 Filmes. Em um comunicado enviado para o RELÓGIO, responsável pela Ancine dizer que o O2 não é capaz de receber os recursos do Fundo setorial do Audiovisual (FSA), para Marighella, porque é padrão no desempenho das contas para o financiamento relacionadas com o filme e O Sentido da Vida. E a razão para a Ancine, neste caso, é verdade. PERDI – o diretor do Wagner Moura: as críticas são injustas Ancine Marilla Sicilia//Getty Images

Está em contato com o jornal, a empresa reconheceu o problema e disse que tem tomado todas as medidas necessárias para lidar com ele. O2, disse, também, que pretende resolver o imbróglio do financiamento para Marighella, para ser capaz de liberá-lo logo que possível, e ele admitiu que a demora em fazer-lo viável para a estreia nacional está relacionada a problemas de burocracia. “Em nenhum momento, acreditamos que não há qualquer tipo de censura.” Que é, de acordo com a empresa, com Wagner Moura, que ficou famosa no grande ecrã no papel de um cruel Capitão, o Nascimento de uma nova Elite, e desta vez eles perderam o marcos.

Postado em EXIBIÇÃO a partir de 15 de janeiro de 2020, a edição nº 2669 Charles MarighellaCensuraCinemaGoverno BolsonaroMarighella

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