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O governo, até 2020: política local e estadual, frágil, e o Congresso ainda é difícil de VER

No jogo político, em Brasília, os membros dos diferentes partidos e vêm apostando em suas cartas, qual será a proporção de bolsonaro, com o Poder do Legislativo após o turbulento experiência do primeiro ano de mandato, tornou-se presidente no primeiro ano do mandato dos piores, para adotar as medidas provisórias no Congresso. Mesmo com a vitória, a reforma da segurança social, tornou-se mais importante do que a 2019, isso só foi possível graças à participação de Rodrigo Maia Davi Alcolumbre, e os presidentes da câmara e do Senado, respectivamente, que o comprou para a história e usado sua influência para aprová-la. Há aqueles que dizem que o bolsonaro, um ex-capitão do Exército, de 64 anos de idade, não vai deixar você no clima para a luta quando você está chateado. Se você fizer isso, vai dar errado com um sorriso. Este é o tempo para compor e tirar partido do que para uma boa parte dos líderes, deputados, e que estão dispostos a pagar para a agenda liberal do governo.

O fato é que em 2020 ela começa com bolsonaro, o envio de sinais de fumo branco para os participantes. Ele discordou com o ministro da Justiça, Sr. Moro, para aprovar a inclusão dos juízes das garantias sobre o pacote de anti-crime, entrou em um acordo com os co-presidentes da câmara e do Senado, a decisão de acabar com o subsídio aplicado à energia, a energia solar, e disse que vai sancionar a criação de um fundo de 2 bilhões de dólares para abastecer campanhas políticas. Neste último caso, a fim de não perder o hábito de causar confusão, mesmo quando o problema é resolvido, bolsonaro tem causado chateado entre os parlamentares, afirmando que a única avalizaria a “volta” para não sofrer um impeachment, nem de virar o refém para a Morte.

O fato é que, desde o tempo de Ulysses Guimarães, o Brasileiro não ter um Congresso, assim como o protagonista, e é independente do Executivo, bem como na legislação vigente. Em várias ocasiões, no decurso de 2019, o Parlamento europeu já atuou como moderador e colocar um freio nos excessos do governo. Pouco é feito da articulação da política, e para fornecer uma base de apoio, veio a explosão de festa para o lançamento de sua nova sigla, a Aliança do Brasil), bolsonaro tem para priorizar as bancadas tema, e de forma mais casual pesquisas de assuntos de interesse para você. A estratégia deu errado, e ele também teve o efeito colateral de afrouxar as amarras do Congresso. A fraqueza política do Planalto significa que, mesmo com a aprovação da principal bandeira do legislativo o presidente, em 2019, a reforma da segurança social, terminou como a melhor prova de que o fortalecimento do poder Legislativo. “O que não é culpa do senhor. presidente, que o movimento é irreversível, e que deve ser ainda mais acentuada em 2020”, disse o senador, Simone Tebet (MDS-MH). O PILOTO – não-vida: cuidados para a articulação do governo é “surfar o tsunami” por Adriano Machado/Reuters

Até 2020, o Legislador terá de enfrentar outras medidas econômicas propostas pelo governo, mas eu também tenho o mesmo pensamento, uma visão sobre a aplicação do plano de Pensões. A chave para o desenvolvimento do país, a lista é encabeçada pela reforma fiscal, o tema já foi discutido em duas das Pecs e o pessoal do Paulo Guedes ainda não apresentou a sua proposta final. Além disso, eles devem ser analisados e diretrizes, tais como a reforma administrativa elaborada pelo governo, que é esperado para ser o fim da estabilidade dos novos servidores públicos, a independência do Banco Central, que o PEC, que permite que os estados e municípios a aderir à reforma da segurança social, e os Mais do Brasil, e aposta Prêmio de “transformar o Estado”, através da redução de custos, a abolição do financiamento público não está na constituição e re-ajuste para o pacto federativo. Com uma agenda tão longa, e o nome curto da sua actividade parlamentar para até julho, devido às eleições locais, o poder da cúpula do Congresso está crescendo pelo governo, no sentido de que é ela quem decide o que vai ou não vai votar. Maya já disse que, entre as prioridades são as reformas tributária e da gestão administrativa, e da independência do banco central.Publicidade

Além do curto período de tempo, um fator novo, que autoriza o Congresso contra a casa branca, é a execução do Orçamento e o código do imposto — uma mudança importante na dinâmica de poder que tem ido completamente sob o radar, os governistas. Como já é o caso para as emendas parlamentares de indivíduos, no pagamento da questão para os bancos é obrigatório. Ele é mais do que uma peça de barganha perdido pelo governo em momentos em que você precisa para convencer deputados e senadores a votar de acordo com seus próprios interesses. “O Orçamento e o código do imposto tirou o Poder do Executivo, a liberdade, a flexibilidade e a capacidade de gestão”, disse o professor da fundação getúlio vargas, Ernesto Lozardo. Desta forma, irá causar uma mudança drástica, por exemplo, na relação entre os ministros e o parlamento. No ano passado foram apenas alguns dos proprietários das pastas que você abriu as portas dos gabinetes dos políticos. “Agora, eles vão ter que sentar e conversar”, disse o deputado federal, Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO), que informou sobre a PEC no Orçamento e o código de imposto. Se você não tomar uma postura mais diplomática, você pode correr o risco de que funciona na sala de estar sem recursos, no caso de o congresso decidir aplicá-los em projetos de auto-interesse em suas dobras, e produtos químicos. Um número de ministros já passou e buscou aproximação com os parlamentares, a fim de evitar uma vida de seus projetos. O proprietário da pasta é para a Saúde, Luiz Henrique Mandetta, por exemplo, desde setembro, reuniu-se com deputados e senadores para discutir projetos na sua área.

Dentro deste ambiente de alienação entre os ramos Executivo e Legislativo do governo, o primeiro-ministro, Luiz Eduardo Ramos, o Secretário de Governo, e a pasta é responsável pela aprovação das diretrizes de governo e a azeitar um relacionamento com seus legisladores, coloque os seus pés no ano de 2020, com as três prioridades. A primeira delas envolve o convencimento do bolsonaro é que é necessário reunir os líderes de partidos políticos, e de outros legisladores para quebrar o impasse sobre a agenda do Legislativo. “Nenhum político quer ser longe da presidente”, disse ela, sabiamente, os Ramos. Ele também foi analisado tecnicamente nas nomeações políticas para cargos em ordem, em um idioma que não é sempre que as condições do Congresso. Antes do início do ano, os Ramos de fazer nada menos do que 400 novos sinais para os aliados do governo. Em paralelo, ele está se movendo para cumprir as promessas do passado da força-tarefa, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, feita no momento da reforma da Previdência. A principal diferença está, para o pagamento de 20 milhões de dólares nas alterações dos extras que haviam votado com o governo. Ramos, já até falei com o Paul do Esforço para tentar pagar a sua dívida antes do final do primeiro semestre. “Eu estou fazendo isso a partir de coragem e coração”, disse o ministro. Não é coincidência que ele tem, recentemente, comparado com o desafio da articulação da política do governo é a de ser “surfar o tsunami”. É melhor se preparar para lidar com um mar agitado, a partir de agora. Em 2020, o Congresso será ainda mais poderoso, e menos disposto a dar o que você ganha no bolsonaro, se é para continuar a desprezo pela classe política).

Postado em EXIBIÇÃO a partir de janeiro de 15, 2020, a edição nº 2669 CongressoGoverno bolsonaro

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