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O preço de cannabis médica no Brasil-ASSISTA

Nota: por favor, não toque as plantas sem uma autorização para o cultivo, o mercado brasileiro sofre de uma distorção nos preços dos Brand X Pictures/OLHAR

No post da semana passada, eu fiz uma comparação entre os preços dos produtos da cannabis medicinal está disponível legalmente no Brasil. Com base nos dados coletados diretamente nos sites dos distribuidores e fabricantes para selecionar, salientei que não há praticamente nenhuma diferença nos valores quando comparamos o produto interno com o importado. A declaração é, na verdade, contra-intuitiva, o que causou um grande impacto, e alguma controvérsia. A principal razão para esta crítica refere-se à natureza jurídica e econômica do fornecedor (s) de canabinóides. Aqueles que se manifestaram contra o texto, acredite em mim, eu não sou corajoso o suficiente para dizer que é o único representante do país na lista, é uma ONG e não um negócio.

Em um post no blog, eu escrevi: “eu fiz um levantamento dos preços praticados por alguns dos maiores importadores de canabinóides, que operam no Brasil, e também para o Abraço, a associação de pacientes com sede em João Pessoa (PB), que aumenta as plantas e produz localmente derivados de Cannabis. A informação estava lá, mas eu reconheço que este assunto merecia mais destaque, e o contexto, a fim de evitar que sejam feitas comparações ao pé da letra, ou melhor ainda, ao pé de figuras. Como também escrevi, que “a pesquisa abaixo não pretende ser uma análise definitiva do mercado, mas sim para servir como uma referência para casa…”,eu voltar para o assunto, e eu sou novo tentações do mercado e seus reguladores.

Quando comecei a pesquisar os preços, e eu não sabia o que eu iria encontrar. Como um monte de gente, eu fiquei muito surpreso com o resultado, e, por isso, levei-o para o chamado (o título) deste post. Mas temos que ir além do que o primeiro, diz, e fazer a pergunta importante: por que isso aconteceu? Muitos viram isso como injusto compará-lo a uma ONG com empresas multi-nacionais, que recebem investimentos para os ultra-ricos, e eles podem cobrar preços que são mais atraentes para conquistar o mercado. Para um não-lucrativo, o financiamento provém principalmente de seus membros, pacientes e doadores. O produto normalmente são reinvestidos na manutenção e possível expansão do próprio corpo. A partir desta perspectiva, em vez de avaliar o preço é o preço, deve ser reconhecido que, apesar do seu limitado poder económico, a associação da paraíba, é extremamente eficiente e é capaz de oferecer produtos de eficácia comprovada e por um preço competitivo, mesmo quando em comparação com aqueles na indústria farmacêutica.

Outra forma de abordar a questão é Mevatyl no país. Uma única droga com base na cannabis, que já está gravado no Brasil, o produto é comercializado a partir de 2018, em pacotes de três frascos de 10 ml a um custo médio de r$ 2.700. Cada mililitro de Mevatyl contém 52mg de canabinóides (27mg de THC + 25mg CDB). O preço span, o preço de um miligrama de canabinoide o Mevatyl é de r$ 1,73, tornando-o mais caro entre todos os produtos estudados. Voltamos para a pergunta: por que é este o caso? E mais: será que os preços vão subir a partir de março, quando as alterações aos regulamentos e novos produtos podem ser registrados no Brasil, e são vendidos em farmácia, tal como ele é, o Mevatyl?Publicidade

Até agora, essa é a principal diferença entre os importados em-um é vendido na farmácia, e o resto é trazida de fora para dentro por meio da autorização da Fda. O que vai acontecer quando os novos produtos serão vendidos nas farmácias, o preço vai subir ou Mevatyl vai ser mais barato? A outra questão que temos de resolver no futuro próximo será o custo deste produto é 100% nacional, e é produzido por uma indústria, em vez de por uma organização não-governamental. Aqui não estou me referindo a aquelas esperadas de drogas da Comitiva de Phytolab, a única empresa autorizada a importar matéria-prima na natureza, e na produção de medicamentos com canabinóides no país. Espera-se que estes produtos vão chegar ao mercado ainda este ano.

Todas estas questões não são triviais, e está intrinsecamente ligado com o regulamento que adotamos aqui. Também eu já disse, as regras são aprovados pela Fda, são extremamente favoráveis para o produto importado e o da indústria, e o mercado é ilegal, mas isso é assunto para outro post). Você não pode crescer legalmente no Brasil, e nas propostas para a autorização do cultivo, há planos para a requisitos de segurança que é praticamente inviabilizariam o investimento por causa do alto custo e esforço inicial de capital. Isto é, a importação vai continuar a ser o mais caro. Comprá-lo a partir do concessionário, bem.

Finalmente (para efeitos deste post, ele não é o problema, deve-se notar que nem todos os profissionais de saúde que pesquisa e à prescrição médica de cannabis concorda com a comparação de preços é baseada na concentração de (R$ por mg de canabinóides, o total na garrafa), que são usados frequentemente nos Estados Unidos. Para muitas condições, produtos com baixas concentrações são ainda mais eficaz do que o mais poderoso. Exagerar na dose pode trazer efeitos colaterais e até mesmo piorar o quadro, que tinha a intenção de lidar com o segundo eu já ouvi de muitos médicos e seus pacientes. Assim, os recipientes de valores mais acessíveis, tais como aqueles que são vendidos pelas associações, apesar de que pode levar a concentrações mais baixas de canabinóides, eles podem fazer a diferença na vida de milhões de pessoas, e para garantir o acesso ao tratamento e a uma parcela muito maior da população.

Eu gostaria de agradecer a todos aqueles que se manifestaram sobre o assunto, e eu convido você a manter-se com o nível de debate que tenta promover aqui. Aprendi muitas coisas nos últimos dias, e eu acho que esse é o caminho que devemos seguir. Não somente nós, brasileiros, estamos aprendendo a lidar novamente com esta planta, é bem conhecido por milhares de anos pela humanidade, mas é escondido da sociedade por tantos anos. Todo o mundo está confrontado com a tarefa de regulamentar o seu uso, e os princípios a serem perseguidos são a liberdade, a inclusão e a saúde.

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