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O professor removido da escola nas colinas dizer que o jovem tinha uma ‘boca, o sedutor’; há relatos de abuso desde 2009 – e da Cidade – R7 Folha Vitória

Foto: Divulgação Folha-Vitória, Folha Vitória

O professor de matemática se afastou, depois de acusações de assédio sexual contra o sexo feminino estudantes da Escola Estadual Clóvis Borges Miguel, na serra, foi relatado por outra vítima na segunda-feira (01). O jovem foi um ex-aluno da instituição, e o caso teria sido durante o período de 2009 a 2011.

De acordo com as informações recebidas da Polícia na Proteção de Crianças e Adolescentes (DPCA), que é responsável pela investigação, que é, atualmente, o jovem tem 26 anos, mas foi em um dos acusados, no ano de 2009.

Na história, o jovem diz que ele era mau sujeito, e ele gentilmente se ofereceu para ajudar, mesmo fora da sala de aula através de redes sociais. Nessas discussões on-line, a professora elogiou, dizendo que ela era muito bonita e tinha um “word-of-seduzir”, então a convidou para sair e não ensinar a matéria. Pessoalmente, eu era o louvor e brincadeiras em sala de aula e nos corredores da escola.

De acordo com ela, o outro colega também sofreu o assédio do professor. Naquele tempo, o segundo aluno olhou para a direção da escola, mas nenhuma ação foi tomada. A vítima disse que não era comum para uma mulher jovem para ficar com ele, para não ser exposto em campo.

Relatórios

Na história, ele começou a chamar a atenção das autoridades depois que os alunos da Escola Estadual Clóvis Borges Miguel, divulgue nas redes sociais, com uma carta que falou do assédio. Foto: Reprodução/Rede Social Folha Vitória, Folha Vitória

Em um site de rede social, os usuários usada a hashtag “#SuaAlunaNãoÉUmaNovinha” o manifesto desagrado com a atitude do professor, e o abuso sexual sofrido pelos alunos durante a actividade escolar. Em outros casos, o abuso sofrido na escola têm sido relatados por usuários que, se eles estavam furiosos com a história.

Os cartazes foram colados nas paredes da escola. Para eles, os alunos podem incentivar outros colegas para falar.

No último dia 28 de junho, e o professor, de 38 anos, que trabalha há 10 anos na escola, foi removido de seu posto e agora é com a Polícia, através do escritório de Proteção de Crianças e Adolescentes (DPCA), vamos investigar as acusações feitas contra ele.

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