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O SUPREMO tribunal federal deve julgar a prisão após a 2ª instância, em 2019, afirma Toffoli – Novo A7, Brasil

Toffoli diz que ainda há uma janela para alterar a pontuação por Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do SUPREMO tribunal federal (stf (supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, disse na segunda-feira (1) que a Corte deve julgar o segundo semestre do ano, os processos para discutir a implementação da prisão depois de ter passado por todos os recursos na segunda instância.

Toffoli foi solicitado, inicialmente, sobre o fato de que a súmula do SUPREMO tribunal federal, em agosto de não fornecer para o julgamento do exame de prisão após a condenação de segunda instância. Ele disse que a tarifa para o período que já foi liberado e o que está por vir”.

Perguntei se isso significa que você vai ver na segunda instância, o presidente do Supremo disse: “no princípio, não. Mas ele não tem janela, e, se for o caso. É possível. É algo que nós ainda vamos analisar.”

A AGU reafirmou a constitucionalidade da prisão na 2ª instância

Embora não forneça para o julgamento da matéria na segunda instância, este ano, Toffoli disse que o Supremo vai decidir sobre um pedido para uma nova liberdade, o ex-presidente brasileiro, Luiz Inácio “Lula” da Silva.

Há uma previsão de que, no caso de que o país será sujeita a revisão pelo Segundo grupo, do tribunal de justiça, no mês de agosto. O primeiro-ministro também citou o fato de que o SUPREMO tribunal já analisou duas vezes, os pedidos para a liberdade do petista, em abril do ano passado, e a outra, na semana passada, e foi-lhe exigido, no arraial, em relação ao assunto.

“Todos os casos que vêm vão ser julgados em si mesmo, um Supremo juiz, e a maioria decide. A questão é se ele vai ser lançado ou não, vai ser lançado, isso não é um problema que é colocado na pauta do “u”.s. Supremo tribunal federal, o povo vai decidir no caso concreto,” ele disse.

“As pessoas que vêm para o SUPREMO tribunal de justiça, que tornou-se o ministro da JUSTIÇA, é absolutamente, todos nós aqui temos o couro suficiente para resistir a qualquer tipo de crítica e de pressão”, disse ele.

O diretor também disse que as manifestações do dia antes de “minimizado demais,” o ataque ao Tribunal em relação aos atos do passado. Ele disse que a crítica foi apenas ocasional, e o melhor é responder às demandas. “É parte da democracia”, disse ele.

No domingo, as cidades relataram manifestações em apoio ao ex-juiz federal e atual ministro da Justiça, Sr. Moro, a operação Lava a Jato, na reforma da Previdência e o governo do presidente, Jair, bolsonaro, e também é destinado a parlamentares e ministros do SUPREMO tribunal federal (stf (Supremo Tribunal Federal).

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