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O tribunal de Contas no Rio para pedir explicações sobre a Cedae para um lucrativo contrato | SEE

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e pediu uma explicação àCedae, a Empresa de Água e sistemas de tratamento de esgoto em um contrato de us$ 27,2 milhões assinado com o Fenixx Serviços de terceiros, Ltd. A empresa conseguiu um sexto lugar no lance do estado, após os cinco primeiros colocados na competição, o público tem sido desclassificado. A estrutura empresarial do Fenixx, aparecem, entre outros, a USS Participações S/A, cujo presidente era, até novembro, 2018, o secretário de estado para as vilas e Cidades, em ciudad Juarez Fialho.

O trabalho de um número de 1197/2019, que você CONSULTE teve acesso aos participantes do TCE-RJ) e carregar em Cedae outros documentos relacionados a este contrato realizado com o Fenixx. Após o show, a empresa era responsável pelo fornecimento de mão-de-obra para as agências que atendam as necessidades da população, da empresa, subordinada ao governo do estado. O documento foi apresentado para a presidente, Hélio Cabral. Nele, o TCE-rio de janeiro você quer saber, por exemplo, é a razão pela qual não há informações sobre o plano de metas e a avaliação periódica dos serviços prestados.

Além disso, o TCE-RJ, brasil pediu esclarecimentos sobre a Cedae no edital de licitação. De acordo com a assessoria do tribunal de contas pergunta: “na ausência de uma data”, na realização do processo. A agência também quer estudar a técnica de prova da necessidade do 196 funcionários que trabalham nos postos de atendimento da empresa.

A GMF Gestão de Medição e Faturamento, Inc. ele foi, em primeiro lugar, a um custo de us$ 21 milhões, us$ 6 milhões mais caro que a Prefeitura paga para o Fenixx. Mas o GMF tem sido inabilitada, “por não ter apresentado a sua proposta de preços readequada, bem como a sua folha, o custo de unidade e de toda a documentação. As outras quatro empresas foram eliminados do processo de licitação porque não teria cumprido com os requisitos.Publicidade

O secretário e Juarez Fialho é um conselheiro financeiro e trabalhou no sector privado. Ele tem trabalhado em empresas de contabilidade, tais como a BDO, a KPMG e o GP. No ano passado, ele foi convidado pelo governador, Wilson Witzel (PSC) para executar na pasta das Cidades e vilas.

Em um comunicado, a Cedae informou que as perguntas foram respondidas pelo TCE do rio de janeiro. No entanto, “eles não precisam ser divulgadas, uma vez que a fiscalização ainda está em andamento e, por essa razão, todos os documentos são de natureza confidencial”. Já, o tribunal disse que as provas apresentadas pela Cedae estão actualmente a ser revista por um Órgão de Instrução do Tribunal de justiça. “uma vez que você concluiu com êxito o processo de candidatura no regulamento, serão ouvidas em plenário. Os dados podem ser disponibilizados para o público mediante o exame do Corpo de Conselheiros do TCE-RJ,” ele diz, em nota, a agência enviou um para VÊ-lo.

A controladoria do Estado para acentuar a crise da água

Na quinta-feira, dia 23, a Controladoria-Geral do Estado do Rio de janeiro abriu uma Auditoria extraordinária para apurar as causas da crise no abastecimento de água da Cedae. De acordo com a agência, vamos analisar os controles internos relacionados ao processo operacional de tratamento de água. ASSIM informou, no entanto, que não é possível dizer que o período de tempo, e o contrato será considerado. Desde o início da crise da água, que foi alterado o cheiro, a cor e o sabor da água foram registrados 513 reclamações e perguntando sobre a qualidade e 1.513 aplicações para a análise de água.Publicidade

A pesquisa, PORTANTO, decorre em paralelo realizado pela Polícia de Defesa de Serviços Delegados, que havia recolhido os documentos e amostras da água na estação de Tratamento de Água do Guandu, a fim de determinar se houve ou não um crime. O delegado responsável pela investigação do caso, deputado. Julio da Silva, o Filho, já coletou depoimentos do presidente do estado, Hélio Cabral, o ex-chefe da estação de Tratamento de Água do guandu, Júlio César, Finalmente, fora do escritório no dia 14 de janeiro, e Pedro Ortolano, que o substituiu, além de funcionários da empresa.

Esta não é a primeira vez que a Controladoria lida com a aquisição da Cedae. Em 2019, a instituição tem estabelecido uma auditoria sobre os contratos, a empresa estatal, que ainda está em andamento. Prevê-se que a investigação, que começou na quinta-feira, 23 de ser concluída em menos de dois meses. águaCrise HídricaRio de JaneiroTribunal de ContasWilson Witzel

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