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Para o Jazz, diga adeus para o trompete, e o brasileiro Claudio Roditi | VER

Nas primeiras horas da manhã de sábado, dia 17 de janeiro, e morreu nos Estados Unidos, o trompetista Claudio Roditi, um dos maiores músicos do jazz. Com a idade de 73 anos, Roditi permite um trabalho que consiste em mais de 30 álbuns, que começou em 1984, quando o disco está em Vermelho, Vermelho. Em sua trombeta, jazz e samba, tudo mesclado em harmonia para levar adiante a tradição estabelecida pelos músicos que criaram o gênero no beco das garrafas, no início dos anos 60.

Nascido no Rio de Janeiro e criado em Varginha, Minas gerais, Claudio Roditi, estudou música desde criança. Ele começou com aulas de piano clássico até a idade de 12 anos de idade descobriu o jazz ao ouvir os discos de Louis Armstrong, Charlie Parker, Miles Davis, Dizzy Gillespie, e Kenny Dohan, na coleção do tio. Aos 18 anos de idade, ele voltou para o Rio. Ele chegou lá em um estado de efervescência do samba ao jazz. Roditi eu usei para lembrá-lo de improvisações, jam sessions com o trio de don Salvador, com o Sambalanço, a ter também, entre outras coisas.

No início dos anos 70, Claudio Roditi, ele se mudou para os Estados Unidos da américa. Eu fui estudar na famosa Berklee College of Music, em Boston, a mais prestigiosa universidade na banda. Há também os brasileiros, Victor Assis Brasil, Zeca Assumpção, Roberto Sion. Tocando em bares da cidade, ele se reuniu com o grande Dizzy Gillespie, e Paquito D’rivera. Músicos são encorajadas a estabelecer-se na cidade de Nova York no final do dia, e olhar para uma carreira como um profissional bem.

Roditi tornou-se um dos principais solistas da organização das Nações Unidas Orquestra de Dizzy Gillespie e, em seguida, se juntou a uma banda de Latin Jazz liderado pelo saxofonista Paquito D’rivera. A partir de então, sua carreira decolou, e Claudio Roditi veio a ser reconhecido como um dos melhores trompetistas de jazz contemporâneo. O proprietário de uma linguagem própria, a buzina, e o flughellhorn, ele surpreendeu o mundo com uma maneira de ativar o samba, música clássica e jazz, como uma parte De um sentimental mood, de Duke Ellington.Publicidade

A discografia da mais recente Claudio Roditi, todos publicados nos Estados Unidos, o destaque é o álbum Brazilianse x-4 (2009), que foi nomeado para um Grammy desse ano; Bom (2010), mais canções originais, todas as composições de sua própria; e que Bons Amigos (2011), seu último álbum de sua carreira. Todos estão publicados pelo selo de Ressonância de Registros, com base em Los Angeles.

O único disco por Claudio Roditi, lançado no Brasil, foi a Impressões, lançado em 2006 pelo selo Biscoito Fino. O álbum é dedicado à interpretação das composições do saxofonista John Coltrane, comoNaima, Passos Gigantes, e as suas próprias Impressões.

Este álbum é também o tema do Monstro e a Flor, ela é uma maravilhosa parceria de Roditi, com o guitarrista Ricardo Silveira, outro músico brasileiro treinados na Berklee. A música é uma lição em melhor-de-samba-jazz. É no vídeo abaixo, gravado em Xangai Jazz em Nova Jersey, com Claudio Roditi e seu Quarteto. Que ele descanse em Paz, Roditi. Sua música vai estar sempre conosco.

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Mal de Coisas, ele é um jornalista, que escreve aqui sobre o jazz e a cada 15 dias. Foi para a Rádio Office. Produção-programa de Improvisação de Jazz no Brasil, que pode ser acessado no seguinte endereço: senado.dez.eua/radio

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