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Perto de 0°C, o SP tem uma reclamação sobre um abrigo, e uma ‘cobertura’ feita de papelão – Online – R7 São Paulo

A cidade tem uma reclamação sobre um abrigo nas noites frias por Nelson Antoine/Estadão Conteúdo

Às 8 horas, no sábado (6) que leva até a noite, mais fria do ano, a dona Odete já estava de pé, colocar em 40 quilos de arroz e 100 quilos de frango para a panela. Juntamente com outros voluntários, o aposentado de 64 anos, em seguida, e a partir daí começou o processo de cozimento para o 800 refeições para serem distribuídos posteriormente para os moradores de rua na região central de São Paulo, brasil.

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A ação de solidariedade, que tem feito a diferença em uma noite do que a média de temperaturas em são paulo chegou a 5 °C, a mais baixa de registro em três anos. Em alguns bairros, no entanto, como o Marsilac (no sul), o frio já chegou à marca de 0,1°C. os Moradores locais reclamam da qualidade dos abrigos, o público e a prefeitura diz que não há falta de vagas, bem como a possibilidade de que existem alguns problemas.

O jornal o Estado de S. Paulo e foi nas ruas de São Paulo, neste domingo (7), e viu a situação para aqueles que não tenham sido recolhidos para o abrigo do público. Todos os espaços estão longe do chão congelado, como, no convés do Largo de São Bento, foi uma opção.

E há casos, como o do coletor de lixo, Enquanto, com 59 anos de idade, e que no último dia de manhã eu dormia em uma barraca,” feito de caixas de papelão. Desde que ele perdeu seu trabalho e suas economias, cerca de dois anos atrás, é nessa situação.

“Eu só queria ter uma chance. Só podemos alterá-lo no trabalho, e eu espero que eu vou ser capaz”, disse ele. Ou, no caso da soldagem de Clodoaldo, de 34 anos, está desempregado e dependente do álcool, que só queria uma passagem para a sua cidade natal no estado de Mato Grosso do Sul. “A minha preocupação não é o frio, é de manhã.”

Solidariedade

Às 22 horas, o relatório concluiu, dona Odete vai ser a segunda parte da obra, a entrega de quentinhas. “Eu quero voltar para entregar, porque é muito bom ouvir graças a eles. Minha família tem crescido a participação neste projeto, que eu não perca nenhum no sábado”, diz ela, que, juntamente com mais de 200 voluntários, ela se uniu a ONG Anjos da Noite, que fornece serviços para a população de rua nas proximidades da região da 25 de Março, e o tema.

Por mais de 20 anos no projeto, Dona Odete é seguido aos sábados, por um filho, Mark, de 43 anos, e o neto, George, 16. “Filho, nós não trazer para quando ele tinha 4 meses de idade. Ele era um bebê e ele veio com a gente. Hoje, os amigos que você pode chamá-lo para sair no sábado a noite, mas prefere vir aqui”, diz ele, com orgulho.

Além disso, para as refeições, a ONG distribui cobertores, roupas, água, kits de higiene, e para alimentar os animais de estimação de pessoas que vivem nas ruas. Uma rotina que se repete a cada sábado, para 30 anos, desde que a ONG foi criada por um funcionário público Tenta Fomentar, de 66 anos. Com as temperaturas baixas, os “Anjos da Noite” adicionado ao estoque de cobertores, casacos, sapatos, meias e bonés, e saiu para andar as ruas do centro, distribuindo um pouco de carinho para aqueles que dormem nas calçadas.

Pelo caminho, os voluntários são todos muito diferentes histórias e circunstâncias. “Esta não é apenas a prestação de assistência material. Ele também é ter uma conversa com eles, conhecê-los, saber o nome. Muitos deles foram abandonados por suas famílias, então eles precisam de uma fundação apropriada”, diz o advogado, Vanessa, Miyuki, de 27 anos, que assumiu o projeto, na véspera de Natal no ano de 2018, e continua a este dia.

Na ONG, ela conheceu seu namorado, o designer Irmão Bróco, de 24 anos, que se juntou para os últimos 12 anos. “Eu vim aqui por causa do trabalho e da escola e não paramos mais. Às vezes, as pessoas pensam que estão ajudando uns aos outros, mas eu posso ver que é uma maneira de me ajudar, também, para preencher um vazio em minha vida.”

De acordo com o presidente da ONG, e o trabalho dos voluntários é o que mantém o projeto em pé, pois todas as doações são escassos. “Um monte de vezes que você não pode trabalhar com dinheiro ou itens, mas você tem o desejo de ajudar, para cozinhar, para tomar parte na entrega”, disse ele. “Dinheiro que vai aumentar um pouco. Este mês foi de cerca de R$ 700”, diz ele. Muitos ajudaram com doações de alimentos, roupas ou abrigo.

Queixas

Ainda na madrugada fria do ano, a estrada continua a ser a parte mais atraente da população de rua, e que as reclamações da baixa qualidade do abrigo fornecido pela prefeitura. Pelo menos quatro pessoas sem-abrigo foram informados por o Estado ter desistido de ir para o municipal, devido a uma infestação de percevejos e muquiranas, uma espécie de piolhos na cama.

“Todo mundo fica com um cobertor e roupa para novas doações, e você tem que jogar tudo fora depois de ir a esses lugares, porque todos aqueles, é uma coceira que não tem fim”, disse o pedreiro, Denis, Nasceu, de 41 anos, que estava dormindo em frente à Estação de São Bento, no Metrô, mas foi no abrigo da Barra, Profundo Park, o Novo Mundo, e Aricanduva, onde eles tiveram problemas. “Eu não acho que a falta de fiscalização nesses locais.”

O marco da Silva-Fazer, de 45 anos, teve uma experiência semelhante. “Eu dormia em estes lugares, e eles não trocam, nem a água, quando vem de uma pessoa para outra. Eu saí de lá por volta empelotado”, diz ele. Você também se queixam sobre a falta de vagas em abrigos e que eles têm o estacionamento para os carros. “Este é o meu ganhou o pão, que eu vou deixá-lo na estrada?”, questão.

Outro problema, apontado por moradores da rua, é a tentativa de Cidade para enviá-los para abrigos longe do centro da cidade. Você deseja enviar-nos para o Parque, o Novo Mundo, como, por exemplo, e não pagar o frete de volta para eles. Como você, eu estou indo para ir para trás em pé?”, perguntou Guilherme Sampaio, de 28 anos de idade.

O futuro

Quando perguntado sobre os problemas, o adjunto do secretário de Assistência e Desenvolvimento Social, Marcelo Del Bosco, disse que a Cidade tem intensificado a execução de refúgios, que são gerenciadas através de parceria com organizações da sociedade civil. “Desde que eu estive visitando os sites e perguntei para vários reparos e upgrades. Alguns deles foram fechados para os problemas a serem resolvidos”, diz ele, que prometeu investigar as denúncias feitas pelos moradores do bairro.

Bosco também disse que eles estão investigando o fornecimento de transporte para as pessoas que são enviados para abrigos que estão mais distantes do coração, e eles querem voltar para aquele dia. Ele também disse que há uma variedade de centros que já têm vagas de estacionamento para os carros.

O prefeito, Bruno Covas (PSDB) tomaram as ruas, postou um vídeo em redes sociais, e ele prometeu fortalecer a ação do host e o frio deve continuar até pelo menos terça-feira. No domingo, o governo do Estado também tem feito uma “caravana” em solidariedade com os grupos de apoio social, saindo para o Palácio dos Bandeirantes.

Como ajudar

– Hospedar da câmara Municipal: O Centro é um 156, é possível aplicar a abordagem de um homem sem-teto. O pedido pode ser anônimo, mas é importante manter as informações a seguir, a fim de facilitar a identificação de endereços de rota; – as características físicas e dados da pessoa a ser abordada é uma menina jovem.

– ONG ” Anjos da Noite: Você pode ser capaz de ajudar através da doação de alimentos, material de limpeza, roupas, cobertores e dinheiro. Mais informações podem ser encontradas no www.anjosdanoite.org.br

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