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Toffoli dicas-censura, um especial de Natal de Porta | VER

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, quebrou no final da tarde de quinta-feira, a censura imposta pelo desembargador Benedicto Abicair no “Especial de Natal de Porta de trás: A Primeira Tentação de Cristo”, que é transmitido pela plataforma de streaming Netflix. Toffoli respondeu a um pedido de início de sessão, para que ele recorreu ao Tribunal alegando que não cabe ao Estado impor a censura política, ideológica ou artística, ou a criação de novas regras e restrições à liberdade de expressão.

A empresa de interferência do poder judiciário sobre o filme era “o poder de causar um efeito silenciador no âmbito da liberdade de expressão, em outros conteúdos audiovisuais a natureza da crítica, ou satíricos, presente ou futuro”. “É evidente a partir do devastador efeito produzido por tal juízo [a censura]. Na decisão, o que levou à suspensão da exibição da sátira] há um efeito equivalente ao de uma bomba usada no ataque terrorista contra a sede da Porta: o silêncio, com medo e intimidação”, declarou ele na Série. Na véspera de Natal, graças ao produtor, a Porta de trás, no Rio de Janeiro, e também foi alvo de bombas incendiárias em casa, em uma casa de campo. Um dos autores do ataque, têm sido identificados como Eduardo Fauzi. É na Rússia, e tem contra ele um mandado de prisão internacional emitido pela Interpol.

O recurso tenha sido atribuído originalmente para o ministro Gilmar Mendes, mas, devido à retirada do Poder Judicial, o caso foi encaminhado para o presidente do SUPREMO tribunal, o responsável, o dever de o tribunal analisar casos de natureza urgente. No processo, submetido ao u.s. Supremo tribunal federal, a plataforma de streaming destaca-se que com o Chileno foi condenado, em 2001, a Corte interamericana de Direitos Humanos, depois de ter falado do tribunal, a exibição do filme “A Última Tentação de Cristo”, de Martin Scorsese. O Tribunal de justiça: o chileno teve de crédito no momento da suspensão de apresentação do recurso foi com base, entre outras coisas, o direito à honra e a reputação de Jesus Cristo.

“Não é que o Estado proteja a maioria é sempre que a arte de ser um incômodo, ainda mais se ele é a lei oposição baseada na crença religiosa, ao passo que, no modelo de um Estado laico, adotado no Brasil desde a Proclamação da República. Este refere-se a medida em que ela viola a própria essência do estado democrático do brasil, foi argumentado, o processo de início de sessão. “O seu controle de conteúdo artístico que, sob o pretexto de dar prevalência às liberdades religiosas, importou um verdadeiro retiro de conteúdo áudio-visual disponível para o público de uma forma particular. Esta é a patente censura prévia que emana do Poder Judicial do veículo, a mídia social é um driver de (…) o conteúdo de arte e é expressamente proibida pela Constituição,” a empresa.Publicidade

Na quarta-feira, o juiz Abicair, a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, determinou a suspensão da exibição do programa, como comediante, em resposta a um pedido da autoridade da Associação conservadora, dom Bosco, Centro de Fé e Cultura. Nessa decisão, o tribunal declarou que, para remover o programa do ar, ele foi o “mais adequada e benéfica não só para a comunidade cristã, mas para a sociedade, para a maior parte, cristã, até julgar o mérito da demanda [apelo]”.

O esquete “Especial de Natal de Porta de trás: A Primeira Tentação de Cristo”, isso implica que Jesus, interpretado pelo ator Gregório Duvivier, ele começou um relacionamento homossexual com um personagem chamado Orlando, e, durante a peregrinação de 40 dias, o que ele fez no deserto. Orlando coração por Fabio Porchat, ele é submetido, no curso da história, como o Decano. Também, no filme, Deus tem sido responsável por cenas de tensão sexual com a Virgem Maria, e todos o tempo tentar convencê-la a deixar o João.

CensuraNetflixPorta do FundosSupremo Tribunal Federal – o SUPREMO tribunal

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