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Um homem baleado por policial durante a greve da PM, ele será compensado em us$ 7,5 mil-em – Cidades- R7 Folha Vitória

Foto: Associated Press Folha Vitória, Folha Vitória

Um homem está se recuperando de R$ 7,5 mil milhões de euros, depois de ter sido baleado nas costas por um grupo de policiais e militares descaracterizados. O caso ocorreu no dia 12 de fevereiro de 2017, durante a greve da Polícia Militar. A decisão do 2º juizado Especial Criminal, e o tesouro da luta.

De acordo com adão, no dia dos fatos, ele foi na casa de um amigo, onde houve uma celebração nas ruas. No momento, que ele foi buscar alguns dos itens que estavam na casa, ele ouviu vários disparos de arma de fogo vindo da rua. Assustado, o homem saiu de casa, em desespero, com o objetivo de encontrar os filhos.

No momento de sua saída do local de residência da vítima, ela veio através de vários homens que se identificaram como policiais e militares descaracterizados. Em face de surpresa, o homem começou a chorar, dizendo que ele era um trabalhador e que está apenas tentando garantir a segurança do seu filho. Nesse momento, um dos homens teria que tomar um tiro contra a vítima, que foi ferido no abdômen.

Na análise do caso, o tribunal observou que o requerente tem demonstrado uma lesão por meio de fotografias, relatórios médicos, e o relatório da polícia, que foi anexado ao caso. É também apontado no depoimento das testemunhas, que ele afirmou, “o que implica que o homem, sendo shot] não tenha sido confundido com um traficante de drogas, porque ele saiu de casa com os braços para cima”.

Durante o julgamento, o juiz do distrito disse em uma declaração que reconhece que o autor do disparo foi, na verdade, um oficial no exército. “A polícia dada ciência prévia para o Ciodes, ou para o Comando antes de fazer os disparos, ( … ), que são as cápsulas que foram recolhidas por sua própria militares. Assim, é claro que o candidato foi atingido por um mal baleado por um policial militar, mesmo se não for possível determinar quem é o verdadeiro autor do disparo”, disse ele.

Desta forma, a magistrada considerou que o acidente é o direito a uma compensação, por causa do fato de que, além de ofender a dignidade do indivíduo, ele também provocou as conseqüências da estética, como as cicatrizes são visíveis. “Mas, neste caso, está claro que o choque para a dignidade do autor, e considerando que ele foi atingido pelo disparo de uma arma em um momento de lazer, não contribuindo em nada para a saída que é gerada pelo agente para o público”, disse o juiz.

Diante disso, a magistrada ordenou o Estado a pagar r$ 2,5 bilhões em créditos por danos estéticos, e um adicional de us$5 milhões de indenização por perdas e danos. “Pode-se dizer que, além das lesões deste tratamento, não foi um insulto à sua dignidade e, na medida em que o Estado é responsável por suprimir a prática, e é, no mínimo, inesperado, tal conduta comissiva isso para seus administrados”, disse ele.

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