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Um homem é condenado a indenizar e isentar a esposa de R$ 55 milhões por enxerto de alma – Cidade – R7 Folha Vitória

Foto: Divulgação Folha-Vitória, Folha Vitória

Para um homem, o proprietário de uma agência de viagens foi condenada a pagar indenização de r$ 50 mil para a dor e o sofrimento e us$ 5 milhões por danos para a comissão de estelionato sentimento.

De acordo com os registros da Ação de indenização por Danos Morais e Materiais, o cliente teria que comprar um pacote de viagens para a cidade de Natal, através do sujeito, a partir daí, uma relação de amor online.

Depois de ter conquistado a confiança e a confiança do cliente, o proprietário passou a se queixam de dificuldades financeiras e, quando perguntado, ele disse que era necessário no valor de R$ 10 mil para investir em um novo projeto para uma agência de viagens. No dia 24 de fevereiro, 2014, tem sido feito um depósito mínimo de$ 5 milhões para o cliente, deixando claro que não foi um empréstimo.

O autor da ação, afirma, que no dia 26 de fevereiro de 2014, o dono de uma agência de viagens, ele veio a João, e durante sua estadia lá, ele se candidatou para ser feito o pagamento de suas despesas, sempre, alegando um motivo ou outro, como a perda da carteira, e a promovente, além de suas despesas, e pediu emprestado o montante de us$ 600.

Depois de sua estada em João Pessoa, o autor argumenta que o réu não atender à maioria das suas ligações, e, depois de olhar para as informações, descobriu-se que a mesma foi feita. Pede uma indemnização por perdas e danos, morais e materiais, uma vez que ele foi enganado, e acredita-se estar em um relacionamento amoroso, quando promovido, ele foi, na verdade, é casado e pai de três filhos.

Na análise do mérito do caso, o juiz, Silvana Carvalho Soares, da 4ª Vara Cível da cidade de João Pessoa, foi observado que o arguido utilizou a confiança do promovente, acenando com a possibilidade de grandes lucros e uma parceria no casamento e na área de pessoal. No entanto, quando você tomar posse da quantidade fornecida, foi para não mais respondem às suas conexões, e institui o engano que é usado para subtrair a quantidade de dinheiro que você tenha solicitado.

“É claro que o réu, com o entendimento de que os sentimentos do autor em relação a ele, praticou conduta ilegal deve ser consistente entre o desenvolvimento econômico, por meio de engano, que foi chamado para a doutrina e a jurisprudência do enxerto sentimental, e não com a intenção de obter um benefício ilicitamente a partir de sua ‘namorada’ no início da relação, para a finalidade exclusiva de utilização de meios fraudulentos, e sem a observância da boa-fé objetiva, para ganhar uma vantagem que não é alcançada, se não fosse pelo envolvimento de um amor, apontou para a magistrada na sentença.

De acordo com informações publicadas no Tribunal de Justiça na região, a decisão poderá ser objeto de recurso.

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