Geral

Uma rede com 30% dos brasileiros quer reescrever as regras contra o sexismo – Notícias – R7 Brasil

A iniciativa busca criar um impacto sobre a sociedade, a mídia e o governo Jogar, no Flickr

As três mulheres foram assassinadas por dia no Brasil no ano passado, como vítimas de violência sexual (de 1,173 no total), em 2017, oito minutos, foi vítima de agressão sexual (61.032 dos casos), de acordo com números divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que respondeu a mais de 29 milhões de mulheres, que a partir de agora irá unir forças para trazer a instituições para protegê-los.

O Grupo de Mulheres do Brasil, anunciou o projeto em Movimento, um documento elaborado pelos constituintes de 50 seções de rede que está a ser colocado antes do Congresso, em Brasília, brasil.

Entre esses, quase 30% das mulheres que compõem a rede, ele é chamado de Maria da Penha, 74, um símbolo da luta contra a violência no Brasil, depois de sobreviver duas tentativas de assassinato por parte de seus maridos, e transformando a sua experiência traumática, em um grave lei contra os maus tratos a que tem o seu nome.

“Eu estou feliz porque eu posso ver que nós, neste grupo de mulheres, que estamos a trabalhar e a pensar sobre a lei, é mais e mais fortalecido”, disse Maria da Penha, em entrevista à agência EFE. Veja também: Violência contra a mulher é considerada uma “pandemia global” da América latina é um dos lugares mais perigosos para ser uma mulher, o Feminicídio: o Lar é o lugar mais perigoso para as mulheres, diz a ONU, as Vítimas de feminicídio em São Paulo estão entre as idades de 13 e 70 anos de idade e Siga as notícias nacionais a partir do web portal R7

“Há quatro corpos para a proteção de mulheres, mas isso é só no papel’

A Lei Maria da Penha representou um grande avanço para centenas de milhares de mulheres em 2006, mas, na prática, ele não é fornecido com uma estrutura que vai fazê-lo funcionar.

De acordo com Maria da Penha, um dos principais problemas é que existem quatro diferentes corpos, a fim de proteger as vítimas, mas apenas no papel.

“Se passaram 13 anos desde que a lei foi introduzida, e esses lugares são de fora da capital, as cidades (de países)”, criticou.

A pesquisa mostra que, 536 mulheres foram abusadas por hora, até 2018

Maria da Penha é suportado também pela presença de pelo menos uma Referência para as Mulheres em cada cidade, não importa quão pequena, para garantir a assistência psicológica e jurídica às vítimas e que eles estão localizados dentro de postos de saúde para que as mulheres são capazes de passar despercebido.

“Uma mulher pode ser assassinado em uma cidade pequena, se você está visto entrando em uma delegacia de polícia para relatar seu marido”, disse o ativista.

A magistrada do Tribunal superior de Justiça de São Paulo, Tatiane Moreira, no caso de uma mulher que denunciou no ano de 2017, um homem que ejaculou no pescoço, durante uma viagem de ônibus em São Paulo, colocou em evidência a situação do requerente e a mobilização da sociedade civil.

Isso deu impulso a um projeto de lei que foi, por anos, parada no Congresso, que tipificou o crime de assédio sexual, e foi finalmente aprovado em agosto de 2018.

O movimento de mulheres no Brasil, acredita que as lutas das mulheres da forma alterada com a chegada ao poder de Jair, bolsonaro, que é visto como representante dos setores mais conservadores do Congresso.

Apesar de ter moderado seu discurso desde que chegou ao poder em 1º de janeiro, o presidente tem uma história obscura, declarações, misógino e machista, pois o seu tempo como um membro do governo federal.

Bolsonaro também tem sido exigido pela Justiça publica em redes sociais é um triste estado a dizer a um membro do parlamento, Maria do Rosário, em 2003, que não merecem ser estupradas “porque é feio.

Agora, as Mulheres no Brasil será, nos próximos meses, para desenvolver um texto em que analisar criticamente a política atual na área da igualdade de género.

O presidente da rede e tem uma rede de lojas, o Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, disse em entrevista à agência EFE que a iniciativa visa criar um impacto na sociedade, a mídia e o governo.

“Queremos nos posicionar sobre o que temos a certeza de que o que é necessário para mudar isso”, disse Trajano.

Na quinta-feira (27) durante o evento, o grupo já anunciou a sua posição sobre questões como a legislação proposta que, se aprovada, seria aumentar a permissão de licença-maternidade após o nascimento de crianças nascidas prematuramente, e, por outro, que seria o fim da cota, com 30% de candidatas mulheres nas eleições.

A rede também tem uma opinião formada contra a portaria mais flexíveis para a aquisição e posse de armas, um dos mais controversos do bolsonaro, e que, segundo o grupo, poderia aumentar o número de feminicídios por arma de fogo.

Botão Voltar ao topo
Fechar
Fechar

Notice: ob_end_flush(): failed to send buffer of zlib output compression (1) in /home/raviera/public_html/wp-includes/functions.php on line 4757

Notice: ob_end_flush(): failed to send buffer of zlib output compression (1) in /home/raviera/public_html/wp-includes/functions.php on line 4757