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Viver é para ser ouvido esta semana por três comitês do Conselho de administração – Notícias – R7-Economia

O Sergio Moro, em uma audiência no Senado, e Geraldo Magela/Agência Senado – 19.6.2019

Dois dias após as manifestações em apoio do seu trabalho na Operação do Fluxo de Lava, e no poder Executivo Federal, ministro da Justiça e Segurança Pública, Sr. Moro, deve ser a de participar de audiência na Câmara nesta terça-feira (2), com base em 14.

O primeiro-ministro está prevista para ser ouvido por três comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ); de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Direitos Humanos e Minorias.

Todos os membros deseja que as informações sobre o conteúdo que foi revelado para o site de notícias, A interceptação, o Brasil, que trouxe as mensagens suposto ser trocadas entre os polígonos e, em seguida, como um juiz federal, e a pessoa encarregada da força-tarefa do Fluxo de Lava na cidade de Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol.

Nesta quarta-feira (26), o presidente da CCJ, membro do parlamento, Felipe Francischini (PSL-PR), disse que não tinha recebido correspondência do Ministério da Justiça sobre a prestação de um Sergio Viver, e para atender a Câmara.

O primeiro-ministro deve ter sido presente na Câmara no último dia 26, para dar-lhe os detalhes, mas ele cancelou a audiência, porque ele estava nos Estados Unidos

No Senado, E

No dia 19, para Viver, e tomou parte na audiência, por um período de oito horas e meia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado, onde ele respondeu a perguntas de mais de 40 u.s. senadores. No dia seguinte, ele veio para dizer obrigado no Twitter, os senadores, para a oportunidade de explicar o diálogo com o oficial.

“Eu agradeço a você, na verdade,o Senado e as Senadoras, com a oportunidade de esclarecer os fatos relacionados com a invasão da ação penal, a partir da célula de agentes do estado e a divulgação de busca”, disse ele.

A Câmera

Uma audiência pública foi realizada na Comissão de Direitos Humanos, e o fundador de o Interceptar, o jornalista Glenn Greenwald, disse que houve conluio entre o ex-juiz Sergio Moro, e os advogados que trabalham na Lava Jato.

Para ele, as mensagens que vazou apontou para um viés nas decisões do ex-juiz. Na reunião, a câmara de Carla Zambelli (PSL-SP), disse que os documentos vazados foram o resultado de um crime de pirataria, e que as conversas não eram autênticas.

O ministério da Justiça e os procuradores-gerais de Lava Fluxo negaram qualquer irregularidade na conversa, e tinha reservas sobre o conteúdo da mensagem. Moro também disse que o conteúdo é ilegal.

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